Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...
"...No dia em que me silenciarem a voz,não me apagarão os gestos,no dia em que me aniquilarem os gestos,nunca farão esquecer os meus sentimentos..." CustCruz

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Aqui eu sou feliz, e quem de 20 tira quatro,só já faltam 16...

A imagem do lado de cá da foto...



O mundo constroi-se  dia após dia,aperfeiçoando-se no bem ou sendo destruido pela mão do homem,a natureza responde-lhe na mesma medida,intensidade,e num fulgor idêntico quanto aquele que depois se reflecte em nós nas expressões da face.
"Ondas de Areia" de Filipe Brás,trás "à tela" mais do que o facto natural de uma tempestade feita de um manto fino,que galga também mais do que um paredão oposto à sua vontade,e cria no ar a balburdia que cega um destino reproduzido nas pedras frias e lascadas pelo tempo.
Esta alma tempestuosa da vida, fez aparição ameaçadora algures nesta terra de mar inconstante,não sendo estranha há raiz que a criou,surpreende por uma agressividade pautada por contornos tão ameaçadores,que creio só "os verdadeiros homens do Mar" nos possam desmistificar no rigor da razão que a fez brotar...
Filipe Brás,"sacou" tudo o que havia para "sacar",deixou-se emaranhar por entre um vento desafiador de equilíbrios sãos,e partiu em busca da captação de uma"guerra" gerada e disputada em solo apropriado à sedução traidora,para com quem se atreve a cobiçar-lhe o encanto,e a deliciar-se com as suas incidências...
Sim,eu sei,que até não foi tanto assim(coisa de "putos" irreverentes),mas outros também já o disseram e sucumbiram ás mais estranhas e simplórias das casualidades...
O certo é, que valeu a pena,foi profundo de ver e sentir  bem lá ao longe entre o "nevoeiro" o farol como que perdido mas firme na missão para o qual foi criado,e arrepiante mas compensador deixar-se invadir por aquele cenário tenebroso de mar revolto e sonorizado em trambolhões vários,perceber o quanto a espuma branca marca o final de uma investida,mas não dá tempo ao descanso capaz...
Por entre aquele vento denso e feito de farpas que cravam sem dó nem piedade,ainda se "fez luz" a brechas na pedra moldada pela cobiça do homem em chegar mais além,as cores cinzas que ofuscam os projectados caminhos,indiciam finais de ganhos e perdas com compensações por certificar...
O fruto das pressões e depressões desta vida,está aqui bem espelhado na expressão fiel a uma mensagem tão concretizada pela normalidade das contradições do tempo,como se calhar chegando mais além,num aviso "zangado" daquilo que muitos teimam "em mascarar" com a circunstância convencional...
Gostei Filipe Brás,é que gostei mesmo da sua foto...

CNC

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Aqui eu sou feliz, e quem de 20 tira três,só já faltam 17...

Mais uma escapadela ao primeiro andar da "Sala de visitas da Figueira da Foz",entre o ir e o chegar,medi os passos no entusiasmo de voltar a ter o prazer de olhar os olhares dos outros,de saciar curiosidades só identificáveis muito depois de lá chegar,porque é lá que estão "as descrições dos momentos",é lá que recuamos a par com o autor nas emoções passadas, e que só depois serão interpretadas à nossa maneira, numa liberdade própria,e que nos pertence por direito,e se ainda cada um tem a sua própria sensibilidade e valoração "das coisas",mal está em quem expõe,se não se identifica mesmo em nada com aquilo que resulta do olhar de quem quis saber,nem mesmo até na surpresa,que afinal de contas por isso mesmo foi "algo" que lhe escapou,e nem agora o consegue ou tem humildade para viver...
"Pá grave"...
a vida é feita dessas contradições,
e é por isso que esta "tem muita graça"...

Acelerando o ritmo como em um motor endiabrado,é absoluta a verdade e convicção de que em outros tempos a "velocidade da máquina" seria de certo menor do que a de agora,mas a "impressionante" realidade temporal de cada momento,marca a subjectividade da qualidade de vida vivida por cada ser no seu próprio tempo.
"Figueira no passado e Futuro",a Torre do Relógio ainda lá continua,o horizonte permanece rectilíneo e delimitando a capacidade de sonho com que cada um se pode aventurar,o "deserto da claridade" espreita triste e cabisbaixo na sua imensidão perdida de um areal sem fim,a evolução dá-nos uma cabine telefónica para comunicar,e apenas isso, aquele "coração gelado" esconde a vergonha de quem não acautela o bem de todos,o posto de correios oferece os selos de uma "solidão ainda mais fria no tu cá tu lá"...
Bem,podia ser pior...
Duas máquinas,duas realidades distintas,a mesma marca com linhas a identificar o seu próprio tempo,juntar ou ter a oportunidade de as ver juntas,foi com toda a certeza o "click" que fez disparar o olhar de Cintia Sofia,o título que lhe deu,antevê tanto de crítico como de promissor,deixa no ar o incentivo das razões que possam recordar o passado e desenhar o futuro,mas pergunto eu : 
Caminhando para melhor?
Pois que assim seja,como "o principal brilho" foi a presença dos dois irmãos,o muito que sobra fica à consideração de quem o queira reflectir...
Na verdade,Cintia,nem sei se tenha saudade,ou se me entusiasme pelo futuro,não sei se quero voar nos sonhos da adrenalina,ou aproveitar um ritmo com pausas mais pensadas,eles são os dois amarelos,mas marcam o tempo a que pertencem,e mais do que tudo completam-se na sequência da história que os criou.
Por mim,aqui fica uma reflexão que,não sei bem se foi a que a Cintia me propôs...
O certo,é que "quase" sempre um "caçador de momentos" não deixava de captar a oportunidade que agora nos trouxe,Parabéns Cintia Sofia...


CNC

domingo, 22 de setembro de 2013

Aqui eu sou feliz, e quem de 20 tira dois,só já faltam 18...



Celso Silva,trás-nos um quadro de vida onde a "Esperança" se reproduz em tudo o que lhe quisermos observar,no salto de tela em tela,também o desafio das emoções se alteram enquanto o nosso estado de espírito de momento,e neste caso,sente-se naquele retiro dourado o "canto" que tantos precisavam para os momentos que também tanto os poderiam ajudar a pensar em "um novo recomeço"...
Acredito,e tenho a certeza,que nunca tudo o que se trilha na vida são erros de palmatória,não podem ser,mas quando estes aparecem como determinantes no baixo astral das nossas emoções,são aqueles raios de sol penetrantes da alma,que rasgam caminhos onde os novos anseios não se deixam obstruir por nuvens tão densas,negras e ameaçadoras,e até mesmo que desenhadas e marcadas no "nosso rio".
Sentado por ali estaria quem quer que fosse,de certo contemplando aquele fluxo de água dançando em pequenas ondas e embalado por um "silêncio dourado",entregando-se aos sons subtis e motivantes de um desejo de paz,que fosse um novo ponto de partida para um regresso "a casa" mais calmo e convicto.
Ao longe,pisca e sonoriza o farol das orientações para os "navegantes desta vida",entre o caminho em que os olhos se aventuram,encontram-se as margens negras a contornar limites para uma ilusão feita de gente tão diferente,mas com as quais se terá que saber viver,e aí,encontrar o novo ânimo para nunca se desistir,para se continuar a sonhar,pois se foi aquele sol que assim o quis,não poderá vencer a escuridão  daquelas ameaças veladas e ilustradas para uma mente escura.
O que é de Celso Silva,a Celso Silva seja devolvido,na certeza porém de que uma imagem pode levar-nos a mil caminhos diferentes,por mim,encontro-lhe o "ouro de luz" que me cativou no que acabei de escrever,pelo autor,no mínimo espero que nem ele,nem os outros me levem a mal a "apropriação pontual" das suas captações para me sentir bem com aquilo que de mais importante lhe encontro.
Eu sou um leigo nesta "arte da captação de imagens",e assim sendo,afinal em cada coisa que escrevo,só aceito o desafio que me foi proposto enquanto observador atento,traduzindo as minhas emoções mais genuínas,na "Esperança" de também aqui eu poder ser feliz...
Obrigado Celso Silva.


CNC

sábado, 21 de setembro de 2013

Aqui eu sou feliz, e quem de 20 tira um,só já faltam 19...

Inicio hoje o "passeio",
e até gostei de voltar a fazer amigos depois de ter decidido que na vida já me chegavam os que tinha,
por isso vou acalmar e deliciar a alma em cada canto que me propuserem conhecer enquanto perspectivas oriundas dos seus próprios sentimentos,
dos seus atrevimentos,
das suas convicções feitas daquilo que os impulsionou num dado momento,
em uma dada libertação de vontades que cativou uma sobreposição a outros recantos do mundo,
pelo seu mundo,
pelo nosso mundo,
e muito mais por  aquele "cantinho" tão belo e cintilante pelo qual se inspirou o nome sob a sombra refrescante de uma figueira...
Cercado pelo abraço entre o rio e o mar,
e emaranhado em uma maresia que nos espevita a mente e "toca" o coração,
que nos ergue de peito bem aberto até ao alto da serra,
e nos motiva para um pujante grito de uma tal felicidade,
só mesmo descrito naquilo que o leitor possa estar agora a sentir,
e com toda a certeza já preserva desde há muito...
CNC


Sim,Bianca Nerlich,gostei muito das "Estrelas sobre a Figueira",é nas marcantes simbologias que se conta a história de um povo,e foi procurando no seu silêncio que percebi o quanto aquele moinho abandonado pelo tempo,pode conhecer ventos de realidades de vida que fizeram avançar "os contos e ditos" de como se sobreviveu entre o suor das canseiras e os sorrisos dos tributos.
Sabe,gostei de me encostar àquela madeira de outro tempo,sentir as sombras refrescantes e fitar aquele encanto ainda que envelhecido,ligar o enquadramento das velas sobre os campos libertos como que na procura de um horizonte imaginário,sentir o ranger do que resta,e esperar que não deixem acabar o que falta...
A sua captação parece-me que não objectou só a casualidade do objecto,mas enquadrou-se  isso sim,na curiosidade de um passado que nunca morre de todo,pois aquelas rodas perseguidoras do vento,ainda não desistiram de explicar porque eram fieis nos movimentos articulados com as velas de pano,que em "asas" fixas num bico de segurança,davam azo a um movimento triturador onde o gamelo pudesse soltar o milho,e amontoar a farinha branca.
Se outras estrelas há na sua proposta,só se for também no reforço do sentido crítico pelo abandono daquela mesa e bancos de madeira que poderiam hoje funcionar melhor para um bom piquenique,ou então,o brilho sempre presente daqueles pinheiros mansos que continuam com a verde esperança de que alguém olhe pela paisagem de que fazem parte,e onde o moinho é figura de proa.
Sabe Bianca,se o objectivo foi criticar o estado de coisas e invocar a história,então o título por tanto de subjectivo até pode ter sido bem conseguido,até porque penso e como já fiz referência,que a foto tem um contexto bom de mais para não se complementar em ambos os propósitos,e se esse foi o seu lema,parabéns Bianca Nerlich...
Ups...as estrelas brilham no céu...e com a subtileza dos seus encantos iluminam a foto no seu todo...
CNC

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Alguns segredos da Figueira,desvendados no Mercado da nossa terra...

Parece fácil  mas não é,
mesmo quando se gosta "o trunfo" não é maior,
logo nascem as primeiras perspectivas,
argumentam-se os primeiros passos e caminha-se em direcção ao desejo.
Cada um pensa saber do que é capaz,
mas não deixa de ter presente que tem ali o desafio de uma única escolha para uma só "nascente de emoções"...
O certo acredito eu,
é que cada um também não exclui a verdade pura de um qualquer tipo de exposição social,
sabe que é colocado à prova,
mas facilmente se liberta de desmesuradas expectativas, 
e tudo isso,
 pelo amor a uma arte que o transporta para muito mais longe do que  a vontade de apenas e só vencer o que quer que seja...
Eles estiveram lá,
dando com as suas presenças mais brilho ainda a um enorme "foco de luz" que hoje iluminou o Mercado e a Figueira da Foz...
Estão todos de parabéns,
os elogios foram mais que muitos,
e agora aquele perfume feito de maresia pura vai continuar um mês a fio para contentamento de quem ama verdadeiramente a nossa terra...
Obrigado "mágicos do nosso tempo"...

Foi um verdadeiro curropio de gente anónima e não só, aquela que ocorreu à inauguração deste valoroso e marcante evento.
Cá de baixo,voltaram-se a centrar atenções na mesanine circundante do novo Mercado da Figueira,havia curiosidades múltiplas em redor de toda aquela acção que misturava passadas frenéticas com ajuntamentos socializantes,que hipnotizava almas de espanto e as agarrava com a força do talento,da inspiração e da alma irreverente dos seres que marcam a subtil presença naquilo que fazem,e por isso,até nem precisam necessariamente de estar por perto.
Muitas figuras conhecidas,e outras nem tanto,afinal o espírito de um Mercado Tradicional na verdadeira acepção da palavra,uma manhã e uma tarde para não esquecer e se repetir nos próximos trinta dias,na certeza porém,de que quem se decidir por "galgar" a escada de acesso,fará uma viagem à dimensão para o qual se propuser,assim saiba "parar" por momentos e tentar captar as mensagens que cada belíssima tela de fotografia nos pode provocar no arrepio da nossa capacidade emocional.
Aqui todos podem ser felizes,assim saibam sorrir para a vida como estes 20 olhares nos estão a sugerir como filosofia para além daquilo que é menos bom...

Expressões
Foi aquilo que menos faltou,que o diga o Dr.Ataíde quando se deparou com a foto do Pedro Agostinho da Cruz,onde um tal Miguel Adão,efectua pirueta acrobática no desafio que travou com uma onda por excelência,e que lhe deu tudo para se arrepiar a si mesmo e distribuir por todos o capricho da sua imaginação,num devaneio tão audaz,quanto de uma enorme pureza artística.
Para o Mauro Correia, foi um serrar de dentes,talvez pensando que para aquilo não esperem contar com ele,já para o Presidente da Câmara foi sentir alguma identificação com uma paixão que o seduz desde há muito,mas muito longe de concretizações com aquele grau de desequilíbrios audaciosos.
Para o Pedro Cruz,foi esperar para ver,e depois captar aquilo que ele já antevia possível num "ganda maluco"...
Afinal uma expressão pode dizer tanto,não pode?

Arriscado,
digo-vos também eu que é sonhar,
olhar para um espaço e projectar um palco de exposição do que quer que seja,
é preciso ter ideias sempre a fervilhar,
idealizando o possível e o impossível para só depois os destrinçar...
Assim como que sonhando por alto, 
para por mais que caiam as expectativas a queda nem se faça sentir...
Para isso, 
existem seres de uma dinâmica inata,
capazes de sorrir para o que querem,
e não se entristecerem de todo com o que não conseguem,
os ponteiros do relógio avançam, 
mas eles já lá estão na frente para o que der e vier...
No fim,
tudo se concretiza sem mácula possível,
pois a dedicação e o entusiasmo de alguém que se entrega na paixão de uma causa,
deve sempre ser agradecido sem pretensões comparáveis...
Parabéns Mauro Correia.
CNC

Hoje todos os caminhos vão dar ao Mercado Engenheiro Silva da Figueira da Foz.



Por trás de cada foto, um rosto, um autor, a mesma paixão pela fotografia e pela Figueira da Foz.



Todos e cada um deles à sua espera, hoje dia 20 de Setembro às 10:30, no Mercado Municipal.

Bianca Nerlich, Celso Silva, Cíntia Sofia, Filipe Brás, Jaime Albarino, João Silva, Jorge Ribeiro, José Alberto Ferreira, Luís Cavaleiro, Luís Pessoa, Nestor Santos, Miguel Madureira, Paulo Madureira, Pedro Cruz, Pedro Martins, Rui Paulo Gonçalves, Rui Santos, Sérgio Vieira, Susana Cardoso e Susana Monteiro.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Bob Marley e Mitchell Brunings,próximos na alma e colados no sentimento...



As emoções nunca se repetem na plenitude de um sentimento único,mas podem ser de tal modo compreendidas e sentidas por um semelhante que desencadeiam aproximações no rigor de uma expressão tão identificativa que "quase assusta" o comum dos mortais.
Quando tal se nos depara enquanto choque de perfeito espanto,não há que ficar conformado ou ter receio de enfrentar ilusões onde até parece que o sobrenatural se assume finalmente no contexto de vida a que pertencemos,de facto e quando isso acontece,o melhor mesmo é que se deixe que o regresso ao passado comece por tomar conta de nós,que se compare e avance até na perspectiva projectada de uma qualquer reencarnação de alma por nunca esquecida,ainda que seja de todo prudente não se deixar logo cativar por cultos de explicação complexa, e expondo-se isso sim,à racionalidade dos factos e dos sentimentos subjacentes,mesmo que vagueando de forma momentânea em aquilo que são idênticas aproximações a "algo" que nos deixa confusos,mas incrivelmente felizes ao mesmo tempo. 
Bob Marley,foi Bob Marley,Mitchell Brunings,é Mitchell Brunings,e por isso de certeza que algo se vai encontrar nas diferenças que também por isso mesmo os aproximam na alma,mas ainda assim,os colam preferencialmente na sincronia da mente,sem que para isso até se tenha que forçosamente classificar o melhor e o pior,aceitando com naturalidade e em primeiro lugar a sequência de "brilhos" que a vida humana sempre nos reservará na procura das explicações e pontos de vista que podem aproximar uns,e afastar outros.
Aqui,temos esse exemplo claro,de uma semelhança de talento construído no óbvio,e aconchegado pelo inegável,num encanto que assemelha as palavras,os sons,os gestos e as filosofias,e mais do que isso espelha o "face to face" de dois seres humanos irmanados em ideais similares,mas muito mais ainda  "tocados" por um intimo de emoções soltas e capazes de expressar o verdadeiro sentimento da Liberdade de um ser...

Custódio Cruz

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Passado com a bola aos saltos...




Salamanca,o segredo para um época inteira...

(Uma foto e meia dúzia de letras saudosas lançadas numa liberdade total)


Um grupo de bons amigos,parece que foi ontem,o portão bem ao fundo,aqui contornávamos o Colégio e entrávamos numa porta lateral...
Depois a escada,chegávamos a um "ale"onde estavam sofás,logo ali uma porta,o corredor,e os quartos...
Conversas e mais conversas de fim de tarde e princípio de noite para aproximar personalidades,objectando "construir"o companheirismo para uma época no seu pleno início.
Sinal para jantar,toca a descer as escadas,saciar a fome,mais um bom momento de descontracção e aproximação entre todos,depois era de novo galgar a escada,fazer sala no tal "ale mágico" durante um bom e largo tempo...
A noite caía e surgia a ordem de recolher aos quartos,o treinador dava a volta de quarto em quarto "semeando" o descanso progressivo, disciplinado,mas tranquilo e sem pressões obsecadas... 
Depois ainda,e com as emoções ao rubro em diversão preliminar para a última etapa do dia,continuavam os artistas da bola com alguns "piropos provocatórios" entre si,ainda que o cansaço os fizesse render..
A pouco e pouco a espalhava-se o silêncio para "descanso dos guerreiros",ainda que aqui e ali teimasse a demorar mais uns breves segundos,enfim,por uma gargalhada atrevida ou de circunstancia silenciosa,próprio de quem sentia aqueles momentos de forma tão especial e única que se calhar até tinha medo que o tempo corre-se muito rápido nestes dias sob.terras de Espanha...
Bom,mas depois,bem depois o silencio ganhava terreno e colocava os sonhos no "campo de jogo",eu abria a porta do meu quarto e sentia que os "vadios" já por ali não estavam,tinham partido à procura da "antecipação" de uma felicidade muito desejada...
Eu logo de seguida sentia a ordem para fechar os olhos,iluminava a mente sem contar e a pensar como poderia colocar "os meus amigos" felizes ao outro dia,o tal dia do verdadeiro jogo.
Nem vou corrigir este texto,vou deixá-lo assim,como nasceu quando olho para fotos como esta,sem rodeios artificias e sentindo-as através do coração,e também daquilo que foi a minha filosofia para vos querer sempre bem a todos sem excepção,e sentir da mesma forma como agora vocês sentem a nostalgia desta viagem que nos abria portas para o nascimento de uma verdadeira família para a vida... 
Desde 1982 até dizer adeus à Naval,uma história repetida em muita coisa, diferente nos protagonistas,mas muito igual na essência com que foi criada esta oportunidade única...
CNC

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Sem nunca desistir...

Canjala da vitória..

O cerco continua,
mas o encanto pela verdade cresce forte e em direcção ao céu,
cortam-lhe os braços,
atrofiam-lhe os sentimentos,
mas a alma fortalece pura e capaz de segurar os mais almejados desejos...
À sua volta,
 já pouco ou nada sustenta a razão do ser,
e apenas se olha no espanto daquilo que estão a ver...
Eleva-se o sonho para além do sol,
florescem as pontas protegidas na vontade de vencer,
desbravam-se horizontes nunca antes caminhados,
liberta-se a seiva da vitória aos olhos de quem a queira perceber...
Bem no alto,
a luz contrasta com a cor,
e espalha de novo a áurea da vida,
de tudo o que esteve ganho e se perdeu,
emerge doce e de novo o sorriso da vitória...

Custódio Cruz 
21h30m
11/09/2013

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

20 autores,20 olhares e tantos outros para os interpretar,e não só mas também...


Entre 20 de Setembro e 20 de Outubro de 2013,têm os figueirenses e os "fiéis" ao Mercado da Figueira a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre esta terra de encantos mil,onde a sua beleza natural se expõe a quem a queira tocar,compreender,e sobretudo sentir enquanto um admirável retiro da alma.
Por aqui tentarão 20 olhares dar-nos a conhecer o quanto tantas vezes são confrontados com a solidão quase consumada de "um céu" com rio,mar e serra,mas ainda assim com também tanto por tão esquecido,e sobretudo desvalorizado por "gente desatenta" que se aconchega a um "sol" que os ilumine sem o esforço dos providenciais olhares à sua volta.
Estes 20 "mágicos da vida",que uns penso conhecer,outros nem tanto,e ainda sobre os outros apenas arrisco em os definir pelo que nos apresentam,vão também e de certo transportar-nos para as novidades de como com os seus encontros repetidos com momentos inevitavelmente presenciais,se podem sempre ver de uma forma diferente,se assim o quisermos,nos atrevermos,e mesmo o objectarmos na procura do encontro único.
Confesso,estou expectante,ansioso e entusiasmado,por tão perto do meu mundo poder na companhia do som dos meus passos e da luz do meu silêncio,dar liberdade aos meus olhos,deparando com a mensagem proposta ou mesmo apenas exposta,e caminhando ao encontro daquilo que sempre define a personalização dos "caçadores" dos momentos da vida.
Para mim,ainda farei sobrar por legítimo direito,a procura de muito mais do que aquilo que me queiram mostrar,sendo que não nego essa viciante pretensão na forma como sempre gosto de abraçar a "tela da captação",pois ainda que não sejam minhas,também me podem pertencer.
Sim,é isso,mesmo que não o diga a ninguém...
Dependendo...

No "Mercado da Figueira",entre 20 de Setembro e 20 de Outubro de 2013.

Esperamos por si...

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Porque gosto de dizer o que sinto,o que vejo e o que sei...


As regras de uma verdadeira família bem espelhada nesta foto,
três faces numa só,
sem que nenhuma se imponha a quem quer que seja,
a felicidade bem visível e misturada com um orgulho tão simples quanto Deus ensinou ao mundo,
um destino feito de uma prática fácil e traduzida na junção de uma palavra apenas com quatro letras.
Procurem outros essa palavra, 
e a vida de certo lhes sorrirá como ao meu ex.pupilo CNC. 

Grande Abraço PALHINHAS(Ex.Naval)

domingo, 8 de setembro de 2013

Liberdade plena...


É muito difícil ser-se  livre até morrer,
mas nem por isso se deve abdicar de se tentar fazer melhor do que os outros...

 CustódioNCruz

sábado, 7 de setembro de 2013

Pensamentos simples...


Um destino como tantos outros,
diferente porque nenhum é igual,
único porque é o de cada um,
isto,
e pouco mais,
no menos que também pode acontecer...
Uma vida,
um desafio...
Uma história,
um novo caminho...
Uma nova esperança,
outro ponto de partida...
Custódio Cruz

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Escrita criativa...

Foto de Susana Cardoso

Uma fachada feita de brilho,
de um brilho tal que nada lhe escapa no reflexo cintilante...
Melhor!
 Talvez só debaixo do mar!
 Isto se as casas conseguissem mergulhar...
A vida não é só aquilo que os nossos olhos vêem,
mas também tudo o mais que se possa imaginar,
ondulante emoção arquitectónica,
que resistes em honra de um passado distante,
na cor,
na linha,
e nos olhos de quem à muito partiu,
 mas com a sua diferença nos deixou...
Nos completou no preenchimento da alma,
e a estruturou numa tarde calma,
feita de sombras tão lineares quanto imaginativas,
e de tons tão raros quanto sonhadores...
Figueira minha,
Figueira tua,
Figueira nossa,
que em cada canto nos abraça com emoção,
eu te adoro,
eu te defendo pelo muito que te quero,
e te guardarei para sempre no coração...

Custódio Cruz
05 / 09 / 2013
23h25m

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Sem os "holofotes" da hipocrisia...


Só Deus pode ter criado esta imagem,
o improvável pelo tempo que já lá vai não antevia milagres de pureza única...
Os massacres que feriram a verdade ganhariam o poder cruel da afirmação,
o instinto da defesa de circunstância não dariam azo à voz do coração...
O"jogo" ainda não terminou,
mas o tempo,
bem,
esse há muito já passou...
Ainda assim,
novo de mais para sobreviver,
competente em excesso para me deixar perder,
teimoso o suficiente,
para puro e simplesmente acabar a sofrer...
Mas o que fazer?
Que certezas se terá de que irei perder?
Quem duvidará de que posso vir a ganhar?
E a vitória o que é?
E a derrota o que nos dá?
Não sei,
mas gostava de saber,
e é por isso que vou afrontar quem tiver que ser...
Só assim é que sei viver,
sonhando contra os pesadelos do mal,
desafiando a vida  no melhor que ela nos dá,
correndo atrás de tudo para que a honra se levante,
como eu quero e bem me apetece,
nos preceitos que eu estabelecer,
na forma e no "geito" com que eu quiser vencer...
Este sou eu,
aquele que um dia vos impulsionou para um só sentido,
aquele que agora continuais a seguir mesmo que ao longe e numa eventual ilusão,
depois de tanto tempo,
mais uma vitória já tenho,
o instinto soltou-se e falou mais alto a voz do coração...
Obrigado amigos,
se é que vos tenho que agradecer...

Custódio Cruz

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Inspiração de um gajo que pensa que não é "burro"...


Um "burro" também amarfanha os papeis,
mas não pensa,
sobrevive...
Se o fizer,
fá-lo sem nexo intelectual,
porque é burro...
Mesmo que se distraia,
não afina os lápis,
porque não tem momentos de inspiração.
Um lápis só fica bem afiado se nos concentrarmos,
um "burro" não sabe o que isso é,
e muito menos para que serve esse rigor mental...
A borracha também serve para rectificar maus caminhos,
mas como um "burro é um burro",
não se liberta das palas  e segue sempre em frente...
A luz,
só brilha para quem a sabe "desenhar",
e um "burro",
ignora as pausas para forçar convicções,
"burras" claro...
Um "burro é um burro",
e mais do que isso pouco haverá para dizer...

Custódio Cruz
03/09/2013
00h08m

domingo, 1 de setembro de 2013

Um texto longo,ou uma história de um novo palco de sonhos...


É verdade que o tempo vai passando,quase se pode esgotar até a paciência,mas quando se persiste na invocação dos sonhos realizáveis,mais tarde ou mais cedo os sorrisos da vitória acabam por se espalhar pelos cantos idealizados, pelos enredos projectados,pelas imagens desenhadas por personagens electrizadas em uma química a que só faltava misturar o brilho dos olhos.
 As dúvidas deram lugar ás certezas,o anseio tornou-se realidade,e eu nem tinha tanto tempo assim para fazer parte de uma festa que eu tanto sonhei, em todos os dias da minha vida,mesmo até depois de abalar da quarta colectividade mais antiga de Portugal,não podia porque não conseguia esquecer que asas nos poderiam a todos transportar para um novo "palco dos sonhos".
Impulsionado por verdadeiros amigos,voltei a dispensar algum ganho material,peguei no meu Fiat Uno e percorri mais rápido um caminho que em outros tempos fazia a pé e várias vezes ao dia.
Caramba,tantos carros estacionados à chegada,mas ainda assim, tive sorte porque mesmo junto aos cepos mandados plantar pelo Professor Borronha,consegui um lugar para estacionar,e logo com uma sombra providencial para refrescar entretanto arrepios traduzidos em suores emocionais,e fazendo um esforço para  tentar ouvir e assim controlar um coração que batia acelerado pela emoção de voltar a entrar no campo de Treinos do Municipal José Bento Pessoa.
Dobrado o portão de entrada,deparo com uma bancada que faz força sobre um barro vermelho,e de onde agora se espera nasçam os camarotes do "povão" apaixonado pelos efeitos de uma qualquer bola,que complete a paixão de se ser feliz,para além das outras páginas de vida que são menos imprevisíveis,mais monótonas,e menos capazes de nos fazerem desejar com sofreguidão que cada fim de semana surja o mais rápido possível.
Derrepente dou por mim a caminhar de forma íngreme junto a uns balneários obsoletos e ultrapassados no tempo,e isto tudo perante a actual realidade cintilante de um verde de uma esperança, para que "os pequenos e grandes guerreiros" no final de cada "combate"possam ter as condições para os banhos também retemperadores de histórias acabadas de nascer.
Lá para a frente e na altura dos discursos, ouvi bem alto promessas de continuidade nas melhorias estruturais,e isso fez-me respirar com algum alívio,ainda que a ansiedade do passado voltá-se a tomar conta dos meus desejos.

A cada passo que somei,sempre senti a irregularidade de pedras que não me eram alheias,de caminhos que não me eram estranhos,de cruzamentos tantas vezes concretizados numa casa que afinal ainda não tinha esquecido,e que o menciono presunçosamente,me parecia estar feliz com a presença do silêncio físico que tantas vezes lhe confiei,das reflexões sonhadoras que soletrei em cada um dos seus tais encantados pontos,os tais pontos que eram os primeiros das vitórias que haveriam de surgir para bem de todos nós.
Aproximei-me da rede que delimitava a acção dos pequenotes que agora corriam com vontades redobradas,e encostei o nariz à rede,mesmo que não tenha conseguido captar o activo olfacto da relva,foi compensatória a sensibilidade dos meus olhos na alegria contagiante de um "campinho"regular,apetecível para quem gosta de tratar "a redondinha" como ela merece,e também como ela ilude quem consigo quer jogar.
O Sérgio não perdeu tempo,e como um bom "libero"que sempre foi,aproximou-se pé ante pé,e de forma tão sorrateira quanto aquela que em tempos usava nos jogos,sorrindo me felicitou e me "desarmou" em mais observações sobre os pequenos "craques da bola",confidenciou-me alguma tristeza com o presente do futebol de formação,da sua mentalidade,da sua forma de estar,do défice de paixão que sentia aqui e ali, numa realidade e num tempo que ele achava que deveria voltar para que a Figueira voltasse a dar jogadores aos quatro cantos do futebol.
Depois,foi tempo de completar a volta,já o jogo dos putos tinha terminado,e concentrei de novo atenções no campo de onze ali mesmo ao lado,enquanto isso,passava por perto o Nuno Ferreira,atrás dele ou muito em engano vinha um seu filhote,e isto até pela estrutura da sua frontalidade,que me fez sorrir ao bom sorrir,pois que olhando para dentro do "palco maior" e vendo "artistas a jogar com passos de cálculo",desabafou prontamente para quem o quis ouvir:
"...Epá,isto aqui é um jogo de velhos,fogo...é mesmo um jogo de velhos..."
Enquanto isso,fiz regressar as minhas atenções na identificação dos tais velhos que também um dia foram novos,e muitos deles meus jogadores,que agora mais pesados uns no físico e no tempo,e outros nem tanto assim,lá mostravam talentos que identifiquei rápidamente em cada um deles.
A postura do Hilário sempre de olhos vidrados na baliza,a sua recepção de bola para depois deixar cair o adversário na sua rede de intercepção,para nesse mesmo momento arrancar num pique estonteante e indicativo de uma progressão que tantas vezes deu golos e alegrias à Naval 1º de Maio,pois é,só que desta vez o "pique" não se soltava,e nem vale a pena dizer porquê, pois não?
Aquele passe do Jorgito do meio para a ala direita,partiu-me todo,meu Deus que geometria,agora devagar e devagarinho,mas o perfume estava lá...
O Bispo,sempre a comandar,ele ainda se lembra de certo o quanto previligiado é o lugar de um guarda -redes para orientar a movimentação defensiva dos seus colegas,pior mesmo, foi aquele "lapso de memória" sobre aquilo que um dia alguém lhe terá repisado,de que um guarda-redes perante um isolamento,ou sai ou não sai,ou melhor,ou encontra o tempo de saída e age convicto,o que não pode é hesitar depois,e pimba,sofreu um golo sem espinhas...
Mas vá lá,logo a seguir e em situação idêntica,como que traumatizado pelo anterior lance,e sei lá,com algum receio de um grito meu,mesmo que colocado no lado oposto do campo,lá se redimiu com uma bela defesa para canto,num lance em que o golo já contava nos apontamentos de muita gente.
O Marco 1,não facilitava na presença em campo,e assim até teve tempo para executar uma defesa em grande estílo,arrancando os aplausos da bancada.
Pronto,não vou individualizar mais,se não nunca mais daqui saio,apenas vos conto que resolvi sentar-me na Bancada para assistir á cerimónia protocolar de inauguração,e ainda tive tempo para advertir nas calmas quatro "putos" que estavam na bancada com um "paleio" impróprio para a circunstância de presença de senhoras por perto,ao que estes muito educadamente anuíram e passaram a comportar-se lindamente.

Depois os meus ex.jogadores exigiram a minha presença  dentro do sintético,ali vivi gestos que saberei sempre interpretar só para mim,revivi momentos que só são possíveis entre quem se respeita e se conhece bem,através deles recuei num doce tempo que jamais esquecerei até que dobre a última esquina da vida.
Uma palavra muito especial para o Zé Armando,que sendo um vulto humano de uma dimensão incalculável,não larga a sua e nossa Naval,dedicando-se de alma coração a esta causa que ele recusa ver deixar morrer,é um ser que nunca desiste,é um homem que tem em si o exemplo que é preciso para que um clube com a dimensão da Naval não cai-a por afrontas que a vida lhes possa pregar,e nisso ele sabe muito bem como o fazer, pois se do zero se tiver que partir,com convição,paixão e devoção,a nossa Naval um dia voltará ser quem era.
Obrigado Jorge Humberto,aquela camisola que me deste ficou-me a preceito,tu és dos melhores amigos que tenho na vida,mas tu também sabes como todos os teus colegas não deixam de saber,que um tipo com o meu "mau" feitio não é fácil para se ser amigo,por isso,entendo que entre outros teus respeitosos amigos haja alguns para os quais não sou bem quisto,mas olha,sabes o que te digo,ai de ti que não me ofereças outra camisola em ocasião possível,pois se não o fizeres,vou comprar uma e mando-te a conta para casa,pois não pelo dinheiro,e tu sabes bem disso,mas porque tu és um número 10 que sempre estará convocado enquanto eleito da vasta equipa CNC.
Depois encontrei o José Eduardo,o Mário,o Curado,o Romeu,o Nandinho,sei lá tantos,olhem,o melhor é parar, pois que assim nunca mais acabo este texto.
Certo,certo,foi mais um dia feliz que tive calcando o tal caminho de pedras que sustentam sonhos,amizades e histórias que não acabarão nunca para quem as soube viver.



Ora bem,quanto ao Presidente da Cãmara da Figueira Dr.João Ataíde,e sei misturar campanhas eleitorais,o que fica é a concretização de uma obra adiada em tempos e concretizada agora,acredito,e até porque não tem outro sentido,que as infraestruturas que falta completar serão meta para o futuro,e com certeza tem muitos motivos para sorrir depois de ver tantas crianças felizes com a concretização deste sonho.