Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...
"...No dia em que me silenciarem a voz,não me apagarão os gestos,no dia em que me aniquilarem os gestos,nunca farão esquecer os meus sentimentos..." CustCruz

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Leão entre o brilho e a escuridão,perde-se "na surpresa" da derrota...


Ainda que os números alimentem a estratégia para um qualquer jogo de futebol,continuo e continuarei sempre a pensar,que é na postura de cada jogador,e em articulação com os dados tecno-táticos disponíveis,que os grandes feitos se expõem enquanto êxito de quem consegue ser mais constante ao longo de um jogo.
O Sporting da primeira parte,foi soberbo,palmilhou a rota dos 14 milhões de forma inteligente e sagaz,colocando-se no terreno de forma disciplinada e consistente,e ainda,e mais do que isso,com uma postura emocional onde os índices roçavam "os píncaros de uma lua" envolta em brilhos de uma ambição,que lhe permitia exibir no embate com o CSKA,os predicados capazes de o transportar até com alguma facilidade para a fase de grupos da Liga de Campeões.
Com um setor defensivo muito forte nas marcações,nunca abandonando a dinâmica de controle na ação dos avançados contrários,mesmo que aplicando a controversa(para mim) postura em linha,nada nem ninguém os conseguia superar no jogo aéreo,e muito menos nos confrontos diretos assumidos,ou recuperados nos desiquilíbrios estratégicos. 
Ligava de forma quase perfeita o desenvolvimento das suas ações ofensivas por entre os seus setores,revelando uma enorme personalidade na circulação de bola,onde tanto fazia valer uma "quebra de ímpeto" que também tanto manietava o adversário na possibilidade da recuperação do esférico,como "explodia" a espaços calculados,em objetivas incursões sobre a baliza contrária,que aliás lhe fez valer o golo de uma esperança quase certa,em relação àquilo que com esta primeira parte tudo fazia querer.
Mas,e quando um "mas"surge tão categórico no contraditório,tudo pode mudar como "do dia para a noite",e pior do que isso,se alicerçado por um lance de bola parada,em um princípio de segunda parte desastrado por oscilações inesperadas,e ainda agravado pela ajuda de uma mão que desta feita não foi a de "Maradona",mas a do Doumbia,digamos que só restava saber até que ponto Jorge de Jesus já tinha solidificado o seu discurso ganhador na mente de um grupo,que para ser campeão do que quer que seja,tem que saber lidar com o revés traumatizante da contrariedade.
Retirar o moralizado Gutiérrez(marcador do golo),para colocar o codicioso Slimani,até poderia afigurar-se como uma "jogada de mestre",se naquele canto cortado ao contrário,a bola não tivesse saído fora,e o golo do Argelino tivesse sido validado.
Mas,e este "mas" teve mesmo um outro alcance prático,na medida exata em que  o Sporting da segunda parte,nada teve a ver com o da primeira,e com a frieza impiedosa de Doumbia na concretização,e a descoordenação principalmente psicológica de um Leão moribundo,fez cair por terra um sonho a que nem "Jesus conseguiu valer".
Para a história fica o protagonismo de um "carrasco" que (b)dombiou "o leão" a torto e a direito,e o colocou a tentar refletir como João Pereira e colegas de flanco não conseguiram estancar o caudal no contra-pé,por confrontados em piques para os quais ou se tem pernas ou não se tem,correndo-se o risco de na teimosia das apostas,se revelarem um handicap que se pode arrastar cimentado na ilusão de nomes,mas com resultados práticos que se podem repetir e fazer comprometer o futuro de quem ambiciona ao mais alto nível.
O mais grave no entanto,foi que pouco desta história se espelhou na primeira parte do jogo,e como volto a reafirmar,por agora o custo desta discrepância de atitude custou 14 milhões,mas no futuro,ainda poderá honorar muito mais os cofres de Alvalade,se o crescimento das expectativas não se solidificarem em uma maior regularidade de atitude ao longo de um caminho que se quer enquanto um trilho de ambição convicta. 

Quanto a Liga de Campeões,para o ano há mais,mas para isso tem que se tentar de novo lá chegar...

domingo, 23 de agosto de 2015

Arouca,Marítimo,e Paços de Ferreira,novos candidatos ao Título?Quem sabe...


Olhem,tu Jesus,andas a falar de mais e a acertar de menos,sabes,o ego é um pau de dois bicos,ou nos transporta para um  estado de alma justo e sábio,ou nos atraiçoa elevando-nos aos píncaros de uma lua onde não habita ninguém.
Queres que te faça uma sugestão?
Porque não te calas,e deixas de te enrolar em polémicas fúteis e que só encaixam nos filósofos baratos.Se as mensagens foram com intuitos psicológicos,deixa os outros falar e pensa em outras "ações de jogo",até porque o campeonato também não se joga só com o clube razão dos teus recalcamentos atuais.
Isso passa pá,eles não te queriam,agora prova os teus méritos,e não te percas em justificações que podem ser alertas para as "orelhas do adversário".
Já tu Lopotegui,ou lá o que é,tens a aposta teimosa de um consagrado pinto,aproveita enquanto é tempo,"encosta-te aos jogadores" para ver se eles correm com vontade de te ver ganhar,caso contrário,deixa que te diga,que a margem é curta,e se te fixas em procurar inimigos há volta do Dragão,vais cansar o cota,quer dizer o costa,pois inimigos não lhe faltam,e quantos mais ele tiver por perto,mais respostas terá ele que dar.Pois é isso,ele já não é propriamente "um apito dourado",enfim,a idade não perdoa,e tu não sabes muito,ou seja,nada de geito,para convenceres no discurso...
Agora,tu Rui,tens que te convencer que o Benfica,e passe a simpatia pessoal a que pertenço,é um clube grande de mais para um treinador que perante a perda de pontos dos seus mais diretos adversários,não consegue motivar os seus comandados para a conquista das mais valias que no futuro possam alimentar um sonho obrigatório.
É que acabaste de vencer de forma concludente na jornada anterior,e de repente perdes com o Arouca.Diz-me um sexto sentido,que descansas de mais perante o êxito,assim tipo como "as linhas do teu fato",que vestem bem,mas se não souberes estar na vida,nunca ninguém vai dizer que estás ou és elegante...
Ó Rui,para seres Vitória,tens que ser igual todos os dias,pois os jogadores estão sempre com os olhos no líder,e se tu relaxas,eles esquecem "as mensagens",mas ao invés convencem-se que está tudo ganho.
Anda lá,afirma-te sem artificialismos,e vais ver que vais crescer à dimensão da oportunidade que te "caiu do céu"...
Isso mesmo,a fé é que nos salva...
Isto é que vai uma crise...


«O Benfica falhou na finalização, mas teve lances mais do que suficientes para fazer um ou dois golos. O Arouca também concentrou os jogadores perto da área, mas tivemos bolas mais do que suficientes para fazer o golo, porque fizemos vinte e tal remates, mas a bola batia numa perna de um jogador ou ia ao lado. Eles marcaram cedo e isso afetou a minha equipa, porque forçou uma mudança na estratégia», disse, na entrevista rápida à Sporttv.

Mas  que mudanças estratégicas importantes tiveram que acontecer perante um Arouca que jogou como não podia deixar de ser atrás da linha da bola o tempo todo,ou seja,antes e depois de marcar "o golo milagroso"?
Sofrer primeiro afeta uma equipa?
Claro que sim,e a resposta terá que ser na atitude.
Agora ficar afetada por uma mudança na estratégica,é admitir que perante o Arouca o Benfica estava preparado para atuar apenas e só de forma condicionada...
Estranho discurso...

LOPETEGUI: “FOMOS UMA EQUIPA PRECIPITADA”

​Técnico espanhol lamentou a fraca segunda parte dos Dragões no empate diante do Marítimo (1-1)

Apesar de sublinhar que o FC Porto criou as “melhores ocasiões” de golo, Julen Lopetegui reconheceu que os azuis e brancos não estiveram ao seu nível no desafio frente ao Marítimo, da segunda jornada da Liga NOS, que terminou com uma igualdade a uma bola. O treinador portista elegeu ainda o golo madrugador dos madeirenses como o “lance-chave” do encontro.

“O jogo começou mal para nós, pois o Marítimo marcou cedo, na primeira vez que se aproximou da nossa baliza, e isso deixou-nos algo intranquilos. Sofremos um golo evitável. 

Opa,agora já nem os "GRANDES" querem sofrer primeiro...
É que ficam mesmo muito AFETADOS....


O treinador do Sporting, Jorge Jesus, garantiu nesta sexta-feira que não enviou qualquer mensagem a jogadores do Benfica, antes da Supertaça portuguesa de futebol, que os ‘leões’ venceram por 1-0.
“Mas os adeptos do Benfica não são parvos. Ponto final em relação a essa questão das mensagens, porque se há mensagens que tenham a ver comigo em relação a algum jogador do Benfica dentro do conteúdo que estão a falar, mostrem as mensagens”, disse Jesus, que treinou as ‘águias’ nas últimas seis temporadas.
Jesus disse ainda que pode “mostrar algumas dos jogadores do Benfica”, mas “de amizade, nada a ver com o jogo”.
Pronto,ok...afinal mensagens ouve,mas o conteúdo é que não foi o TAL...
Pronto,mas deixa de tentar agradar aos sócios e jogadores do Benfica,e concentra-te no clube que te recebeu de alma e coração...

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Saber vencer...


Família feliz.
dignidade tremenda,
tantas histórias para contar...

Num mundo dentro de outro,

com a luz do que o melhor nos pode dar...

Gente simples,
de sorriso puro e alma livre,
caminheiros de uma verdade,
inspirada no brilho do coração...

Guerreiros por uma vida,
onde o pouco foi muito, 
por quem a soube alcançar...

Custcruz

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Figuras que valem a pena encontrar na vida...


Depois da partida de um ser,prefiro refugiar-me no silêncio e observar a uma distancia considerável o quanto a história de alguém ficou distribuída num seio,onde quis o destino que se cruzassem personalidades com posturas múltiplas,por sensibilidades distintas,mas que pela força do sonho se ajustaram para estimular desafios de vida,onde com o  exemplo da magia de uma bola,até se pôde conquistar vivências e memórias que nunca mais se apagam,e que na hora de uma despedida,estiveram marcadas e bem definidas na mente,nos rostos,e nas almas de quem é amigo não só porque o quer,mas fundamentalmente porque a luz do coração brilhou ao encontro de quem se aconchegou na naturalidade do chamamento humano.
Pedro Simão,já não ouviu a intervenção de um tal José Duarte Pereira,que estava nas exéquias do colega e seguramente amigo de muitas peripécias concretizadas no tal sonho de um jogo,mas que na envolvência de acontecimentos,os premiou a ambos com uma amizade que como o disse o Padre Veríssimo,só morre no físico,mas que para sempre fica espalhada no encanto da vida.
Este senhor,que conheço desde os tempos em que pela mão do meu pai,eu não falhava a nenhum jogo da Naval 1ª de Maio,e com o qual me deliciava a constatar as suas performances na ponta direita,já na altura semeava entre todos as boas regras da boa educação,da simplicidade,enquanto reflexo de "alguém" que não o é só,mas muito mais do que isso. 
Convidado a proferir algumas palavras sobre o numero 5,não conseguiu,porque também nem o pensou,em arredar-se da emoção sentida e amargurada de recordar alguém que faz parte da história de tanta gente,e onde naquela sala cabisbaixa,a cada palavra que soltou,mais aproximou aqueles que não sabem,e nem querem esconder sentimentos,por serem puros,verdadeiros,e no fundo seres que valem a pena encontrar na vida.
Senhor José "Carvoeiro",para além das verdades que enumerou em volta de Sebastião Pedro Simão,enalteço-lhe a autenticidade com que na procura de uma definição para com o amigo,se retratou a si próprio,como alguém que em cada lágrima,em cada soluço,em cada sentimento.descreveu em rigor a figura impar que naquele momento se despedia de nós.
Sem hipocrisias.quero aqui deixar o meu manifesto daquilo que eu já supunha,e nem sequer lhe peço para que nunca mude,pois tenho a certeza de que nunca o faria.

Custódio Cruz

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

O ultimo adeus de um Navalista de alma e coração...


O ultimo cruzamento com o Navalista Sebastião Pedro Simão,será amanhã dia 13 de Agosto( Quinta-Feira),na Cerimónia Fúnebre a realizar-se pelas 15 horas na Igreja Matriz da Figueira da Foz,onde o seu corpo já se encontra em câmara ardente,sendo depois cremado no Complexo Funerário.

O Navalista Pedro Simão chegou ao "fim da linha"...


Atónito,sem reação,incrédulo,e mesmo por instantes não encontrei qualquer palavra que defini-se o sentimento que tomou conta de mim aquando do "estalo" com a triste notícia,e tudo porque embora o Grande Simão já estivesse há muito tempo hospitalizado,sempre acreditei com fundamento em visitas que lhe fiz,e mais ainda,em informações que me chegavam,que tudo iria correr bem,e o meu mentor na paixão pelo futebol,amigo e vizinho,voltaria a casa para reeditar cruzamentos de rua,onde a perspicácia da sua sabedoria,sempre doseada com uma humildade pura,acrescentaria mais valias ao desafio da reflexão pontual,onde qualquer versão tinha o rumo de conversa que ele construía,e nunca a que materializassem  para alimentar a falsidade,o diz que disse,ou o equivoco hipócrita.
Pedro Simão,foi meu treinador,foi o meu primeiro chefe de equipa,pois que mesmo na condição de seu atleta nos juniores,também foi sem receios nem constrangimentos pela minha condição de jovem,que me recrutou para seu adjunto na orientação da categoria de juvenis da Naval 1º de Maio,e isto na época de 78/79.
Lembro-me como se tivesse sido ontem o momento marcante da oportunidade,como calharam dois jogos ao Domingo,e ele era treinador das duas equipas,num não joguei,e no outro disputado em Quiaios,contra o Ferreirense,fez-me assumir o comando enquanto líder de uma equipa federada,e onde 3-0 foi o resultado galvanizador para um trajeto que dali para a frente me levou aos sonhos que concretizei sempre sem dispensar os seus atentos conselhos.
Jamais esquecerei o brilho dos seus olhos e o entusiasmo das suas palavras,quando me deu boleia para a loja dos meus pais,e me repetiu no caminho todo,de que sabia que eu não ia falhar,e que agora era a altura certa para dar azo à predestinação que ele achava que eu tinha.
Pedro Simão,foi um grande senhor da Naval 1º de Maio,por aquilo que nos deliciou como atleta, treinador e dirigente,mas muito mais do que isso,pelo amor verdadeiro com que se entregou à causa Navalista,onde dispensou galões narcisistas,e se entregou de alma e coração a uma filosofia de "pau para toda a colher",onde não havia lugar a negas de nenhuma espécie,quando servir o clube fosse preciso para afirmar e reafirmar a sua vitalidade histórica.
A garra que sempre protagonizou dentro das quatro linhas,estendeu-a para fora delas,a determinação que não regateou no dia  a dia,levaram-no a um patamar de um respeito na vida,que reuniu e reunirá sempre à volta da sua figura e da sua história,aqueles que sabem o que é trabalhar,que sabem o que é sofrer,que sabem o que é sonhar,que sabem o que é vencer na verdadeira acepção da palavra,e que até sabem que o numero 5,estará agora a sorrir,por continuar convicto do ultimo alerta que também a mim me confidenciou prostrado na cama do hospital:
Custódio,cuidado,há amigos que o são mesmo,outros que não o são tanto,mas pior,são os que parecem,mas nunca o foram.
Paz à sua alma,e fique ciente grande amigo,de que jamais o esquecerei a si e às sua lições...

Custódio Cruz

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Jesus Vitória...


Venceu o "dono" do carisma,pois o que se conquista em muito tempo junto,alonga-se e prolonga-se num estado de alma que galvaniza quem sob as suas ordens sente o desafio de igualar quem está mais habituado a vencer do que a perder.
Mais do que isso,não será só o agradar a Jesus,mas catapultar a vontade de ser tão bom ou melhor do que os protagonistas que ergueram o agora seu líder aquando do lado de lá da circular.

Jorge de Jesus,antes do jogo disse que "...conhecia os seus ex.Jogadores como a palma das suas mãos...",e mais,que aquilo que foram os valores das conquistas do então seu Benfica,ainda lá estavam,sendo inteligente, porque não os acicatou,e pelo contrário tocou-lhes num tom que manipula o instinto da alma.

Perdeu o Rui,que para ser Vitória terá que se libertar mais com a paixão do futebol,não ser tão pragmático,tão teórico no discurso,tão simulador na imagem,tão doutorado na postura,enfim,afirmar no final que a sua equipa na segunda parte foi mais ativa e pró-ativa do que na primeira,não soa ao ouvido de quem dá "pontapés na bola",e se marimba puro e simplesmente para o "Português bem falado".
Bem,quanto à antevisão do Jogo,o Rui,só soube dizer que também só no final é que respondia a Jesus,e isso foi muito pouco,diga-se em abono da estratégia de quem comanda,pois alinhou no peso atirado pelo atual treinador do Sporting para o adversário,quando o que devia era de forma perspicaz tentar dar uma interpretação,mesmo que distorcida fosse,de que o "pastilhas" estava venerar a sua ausência da LUZ...
Quanto aos aspetos tecno-táticos,vou desvalorizá-los nesta altura da época,pois face aos acontecimentos precipitados em volta dos dois clubes,o fator determinante quando as equipas ainda lançam as sementes para crescerem "no espaço",seria claramente o psicológico,e aí,a perspicácia venceu a ciência,o Rui,continua apenas a ser O Rui,e o Jesus,alargou a sua veneração.
CNC

sábado, 8 de agosto de 2015

Todos os que se cruzaram comigo no futebol têm uma história.


Impossível esquecer a luz com que a vida fez brilhar encontros que hoje defino à minha maneira,sob um critério uniformizado em uma filosofia à qual nunca por nunca conseguirei renegar,depois de todo um esforço que fiz e continuo a fazer para os interpretar,e para sempre limar uma aproximação que não apague as memórias gratificantes que um dia nos uniu,nos tornou mais fortes,e mais capazes de conciliarmos talentos,convicções,objetivos,e sobretudo a amizade que nasce de uma empatia pura,e se alicerça num âmago ao qual só o sangue não certifica o espírito de uma família perfeitamente inesquecível.
Se estás por aí,e me lês num recuo de tempo que te "arrepie" com a  presença deste amigo que não é,nem nunca podia ser prefeito,desta figura que deixou nas mãos de cada um a imagem para que também cada qual a possa configurar em seu modo,apenas gostava de te dizer que não ouve nada de mau,que me descolasse da honra de ter sido,de ter vivido,de ter desfrutado das vicissitudes contraditórias que o mundo escolheu para nos fazer crescer a todos.
É verdade que agora me sinto mais deslocado do epicentro das emoções que pudessem dar mais fulgor à continuidade,mas também vos confidencio,que me emocionam os permanentes sinais com que a vossa presença me tranquiliza no fulgor dos vossos sonhos,e sobretudo se entrelaça bem por perto de um "habitat" que será sempre nosso.
A vossa história também a escrevo eu,mas num livro que nos pertence a todos.

Abraço CNC

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Acelera-me de repente o pensamento...


Não terás sido ao longo da vida o melhor "contador de moedas",não terás primado pelo rigor na sucessão dos tempos,ter-te-ás perdido em sonhos que te prometeram tanto,e não te deixaram tanto quanto isso,mas a vida também te deu o muito que ainda hoje faz refletir aquilo que desde sempre te fez brilhar como um ser humano que genuinamente marcou a sua diferença.
Correste à procura do tempo perdido debruçado na calçada da humildade,esforçaste-te com tudo o que sobrava pelo sorriso dos teus filhos,lutas-te lado a lado com quem te comprometeste a escrever as páginas para uma família feliz,e hoje,e apesar das vicissitudes de uma vida que não está fácil para ninguém,é na paz de cruzamentos felizes,que a tua alma se revela viva e bem viva,por espalhada em brilhos que nasceram contigo e cintilam nos teus.

O Nuno encanta na voz e nos sentimentos em um mesmo modo com que te vi em jovem encher com esse mesmo dom os cantos divinais da igreja de Buarcos ou da Matriz da Figueira da Foz,sensibiliza plateias,como naquela vez em que tanto te aplaudiram no Casino da Figueira,revela-se audaz e corajoso,como na garraiada em que foste o único que afrontaste o garraio,e mesmo que de forma imprudente o tenhas feito de pernas abertas,valeu o voo cambalhota para atestar a coragem,a irreverência e o atrevimento da Cátia.
Bom mesmo,é sentir-se que para além dos que simpatizam,e dos que até se apaixonaram por essas tuas "duas estrelas cintilantes",não haverá subtração de certo nas linhas marcantes com as quais as razões de sangue sempre tocam um sentido de vida que pertence a todos os que nela se envolvem,e não é exclusivo de nenhum mentor pontual.
Depois da visita que me fizeste,fiquei com vontade de voltar a escrever sobre ti,porquê não sei ao certo,mas de certo sei,aquilo que estou a sentir,e por isso aqui te deixo orgulhoso,um grande abraço meu irmão.
Até um dia destes...

Custódio Cruz

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Ou soma,ou some...



E tudo a propósito desta imagem que me foi "colocada" no ambiente de trabalho do meu PC,pois mesmo que convicto  de que ao longo da vida sempre alinhei nos melhores propósitos que cimentassem o coletivismo,a solidariedade,a amizade,e o espírito de família,sinceramente,não gosto daquela frase,nem no tom,nem no estilo,nem na forma,e muito menos na proposição visual.
Bem sei que,cada vez mais são os peões que no jogo dos mestres do artifício,se traem,se dissimulam,para que com isso possam somar,e não sumir num horizonte tenebroso enfatizado pelos tais cérebros distintos numa retórica circunstancial,que oferece muito na escolha,mas não deixa nada de mais na concretização.
Enfim,apenas me resta fazer uso e abuso de uma criatividade que me mantenha independente de processos mais viciados,do que sonhados,mais condicionados,do que livres,e se ainda assim,nesta vontade de não prejudicar ninguém para sobreviver,a insistência for de sorrisos maquiavélicos,prometo defender a minha honra num acerto que me faça escrever outros capítulos que prestigiem e façam brilhar a luz da vida na sua plenitude mais profunda e categórica.
Ou soma,ou some ?
Hum...é tudo uma questão de adrenalina...

terça-feira, 21 de julho de 2015

Momento mágico...



As emoções brilham com quem se liberta 
e cruza com o além daquilo que tanto nos rodeia...

custcruz


sábado, 4 de julho de 2015

Mar revolto...


Cativas no abraço, 
seduzes na ilusão,
impressionas pela força, 
conquistas com o todo que é muito,
mas nada mais do que o encanto que te assiste...

Enrolas sonhos de desejo, 
que não se esgotam em cada batida de um fim,
cresces a par dos arrepios que invadem a alma de cada um,
em um sinal de um amor onde a certeza se mistura com a traição,
enquanto a luz se apaga envolta num tubo sem fim... 

Desafias quem te deseja, 
e sussurras por quem vacila, 
vences com um estrondo aniquilador, 
perdes-te e achas-te no encalço dos que te vencem, 
enobreces-te num manto de espuma branca, 
que é tão belo quanto a raiva que o desenhou... 

Mar revolto, 
em maresia de encantamento,
porque te quero tanto em muito mais do que um só momento... 

Custcruz

quinta-feira, 2 de julho de 2015

A face enigmática das palavras...




Indeciso.Entre o rumar para outro planeta,ou continuar numa rotina que ás vezes cansa,mas não aniquila a teimosia de um sonhador.
É que entre o ganhar e o perder,cada vez mais se me corporiza um sentimento impávido e sereno,que por nunca se perder entre a luz e escuridão,mais se fortifica no florescimento das razões com que se me insinuam os novos trilhos.
A vida não está fácil,mas estará esta também para os "pedregulhos" que se espalham previsivelmente no caminho de cada um?
Só a perspicácia e o instinto,agora me poderão dar as respostas adequadas para os momentos certos,e até lá,o melhor é deixá-los espalhar entre a brita e o alcatrão,e quem sabe se uma tão desejada vaga de calor,os una de tal forma,que o tapete se molde à medida dos meus pés,e quiçá dos meus anseios.

Enfim,
sonhar é viver,
por isso,
está decidido,
fico por cá...

Custcruz

quinta-feira, 25 de junho de 2015

A ver vamos...



Desde muito novo fui advertido por alguns,de que era muito pessimista naquilo que escrevia e pensava,já outros,e em realidades de vida onde o sonho era arma que catapultava o futuro,me achavam sábio na forma e no conteúdo com que projetava esses avanços.
O tempo foi passando,e sem nunca dar azo a esquecimentos educacionais que me foram legados pelos meus progenitores,sempre me auxiliei para o bom e para o pior,num espelho que tenho lá por casa,e que por fiel tanto se revelar,nunca por nunca o deixarei de consultar no convencimento ajustado para a dimensão das minhas realidades.
Vou sorrindo ou não,por aqui e por ali,mas sempre refletindo a cada momento de vida que assim me favoreça ou não o ego,e no fruto dessa ousadia,procuro construir com as linhas de identidade resultantes,o trajeto que melhor se coadune ao sentimento da vontade que também melhor faça brilhar a estrela dos sonhos que me motivam a mente.
Num dia tão especial quanto o de hoje,tenho o desejo calmo de olhar para o passado,de certificar o porquê de continuar a ter a meus pés um piso escorregadio e traiçoeiro,de sentir júbilo por ainda ser dono dos meus passos,mas mais do que isso,de perceber o quanto certas passagens desta viagem efémera,que por me terem marcado na diferença,me influenciaram no estilo e conceito de vida com que caminho na procura de um êxtase distinto.
As perspetivas,e lá estou eu agarrado ao meu eventual pessimismo,não são nada animadoras,pois o alimento figurativo com que alicerço as minhas convicções,continuam a fazer-me acreditar nos valores que me preenchem,fundamentados na expressão de uma atitude séria e honesta,que só pode ser desenhada na verdade,e certificada na consciência.

Quanto ao resto,a ver vamos como diria o cego...

terça-feira, 16 de junho de 2015

Mercado da Figueira ainda VIVE !!!

Sexta-feira e sábado (dias 19 e 20) irá decorrer no Mercado Municipal Eng.º Silva, na Figueira da Foz, o Festival de Produtos Frescos.
O programa será diversificado e engloba artes visuais, gastronomia, exposições, música, incluindo a recriação, na sexta-feira à noite, a partir das 22h00, do baile do Magala.
As artes visuais decorrem no exterior do Mercado, com a pintura “Mercado de Pedra” e a escultura “Octopus Mercatus” e, no interior, com a pintura “Arte Fresca”.
A iniciativa inclui exposições de fotografia, “Olhar o Futuro à Janela”, e livros, apresentada pela Editora Bruaá.
Pelas 10h00 de sexta-feira haverá um “show cooking”, com a Associação Figueira Sabor a Mar a proceder à apresentação do Festival da Sardinha e da Cavala, e no sábado, também às 10h00, um “show cooking” com o chef Peixoto, sob o tema “Bem Boas”.
A música será uma constante em todo o evento, com animação a cargo de uma fanfarra durante todo o dia.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Uma alma demasiado grande para se fixar por muito tempo na derrota...

Altos e baixos todos os têm,mas também é nas horas difíceis que se conhecem os mais fortes,os mais capazes,os que por amor ao que fazem teimam em sonhar com o melhor final de história.
O tempo não perdoa,e à velocidade com que a vida corre,à que responder sem quebras às adversidades,à que recomeçar as vezes que forem necessárias na procura daquele sorriso que perfaz 122 anos de orgulho para quem ama verdadeiramente a Naval.
Hoje,está o clube dependente da dedicação dos que se disponibilizam numa missão muito difícil,pois perante a realidade periclitante das histórias recentes,só com muita coragem e empenho se poderia voltar a viver o vício de vencer,e solidificar a ambição em relação ao futuro.
Mas eis que,as respostas se sucedem de forma enérgica e categórica perante os protagonistas da desgraça,que já desenham a extinção de um "emblema" de créditos firmados,e mais do que isso,de carisma enraizado na vivência de uma população,de uma comunidade,de uma cidade,de um concelho e de um País.
Neste espaço de júbilo,a minha grande palavra vai para aqueles que não é de hoje que envergam a camisola verde e branca,mas que por força das circunstâncias,entenderam que seria o seu tempo de para além de cuidar das suas vidas,dispensarem um esforço que envolva e ampare o tal sonho de reencaminhar o trilho brilhante da "Velha Senhora".
Aos demais que se lhes juntaram,que sejam a "nova lufada de ar fresco",em relação os substitutos dos que só e como sempre só criticam e nada fazem,e ainda aos outros a quem a vida atual lhes lançou um préssing de emoções difíceis,que pelo menos apareçam mais vezes a preencher vazios que nada têm a ver com a Associação Naval 1º de Maio da Figueira da Foz.
Parabéns Naval,por estares viva e bem viva...

Dos mais pequenos,aos maiores,todos vão dizendo presente,e se não são só os Títulos que atestam a competência no ritmo sustentado de uma coletividade,não é menos verdade que estes são a maior expressão que galvaniza a filosofia dos vencedores.
A equipa de Infantis,foi um verdadeiro exemplo de como um momento menos bom não determina o fim de nada,mas pelo contrário,reforça a lição de que é no sabor amargo da derrota,que se inicia o percurso doce de qualquer vitória,
Com este feito dos mais jovens,fica claro "o piscar de olhos",do futuro em relação aos anseios Navalistas.

Ao cair do pano,é bom ouvir e sentir a harmonia com que uma época marcou a vida de uma pequena família,enquanto parte integrante de uma outra ainda maior.
Melhor ainda,perceber também a expressão pedagógica que norteou a formação de quem precisa de bons exemplos para ser acima de tudo feliz.
Escolho este agradecimento abaixo,como prova descritiva de como os sentimentos e emoções não enganam,por me parecerem muito sinceros e verdadeiros.
Espero que a regra se imponha cada vez mais no futuro,pois os pais não podem assumir só "o papel" de críticos,mas sim de parte integrante da formação dos seus próprios filhos,num contexto onde nunca serão eles a delinear as regras de conduta,mas sim e apenas a equilibrarem as escolhas dos seus rebentos.




Finda a época desportiva 2014/2015 da equipa Infantis A, com uma merecida vitória pelo trabalho desenvolvido ao longo dos dois últimos anos pelos nossos atletas, as seccionistas, Margarida Silva e Joana Rodrigues, vêm por este meio agradecer a todos com quem tivemos o gosto de trabalhar, em especial aos atletas, seus pais e familiares.

Um agradecimento adicional aos dirigentes e equipa técnica.

Foi uma experiência gratificante poder desenvolver um trabalho de forma voluntária em prol de uma equipa de jovens espetacular.

Aos “nossos” meninos desejamos o melhor do mundo, que consigam sempre atingir os seus objetivos pessoais e profissionais e pautem as suas vidas pela educação, pelo respeito, pela gratidão e pela dignidade.
As Seccionistas
Margarida Silva
Joana Rodrigues


Os Juvenis,pode-se afirmar sem restrições de qualquer espécie,que"passearam a sua classe"ao longo da época,foram sempre superiores aos seus adversários,e quando chamados "à prova dos nove",mais materializaram esse desígnio.
Ainda com a Fase Final por findar,já são Campeões Distritais,e bem elucidativo para os seus estados de espírito em competição,está bem definido naquele artigo do Diário de Coimbra,onde curiosamente quem escreve,também descreve que no final do jogo da conquista,os jogadores "deixaram os festejos para os pais".
Apesar de estarem nos Distritais,não há campeonatos fáceis,e se o foi,aos seus méritos se deve,prometendo mesmo com as suas performances de 2014 / 2015,que na próxima época não haverá "choques competitivos",e que assim estarão aptos a responder capacitadamente ao desafio onde deveriam estar sempre,até para um crescimento mais sustentado do atleta.

FábioRibs


A "objetiva passada" enegrecia o destino,já a luz da esperança iluminava uma enorme vontade de fazer brilhar uma época onde os "equívocos" se soltaram mais por diretrizes mal medidas,do que pela debilidade badalada aos quatro ventos,de que a juventude não foi sinónimo de uma ambição alicerçada na qualidade...

Vi pouco da equipa principal do Clube,mas o suficiente para concluir que para se ter muita juventude dentro das quatro linhas,é obrigatório uma escolha criteriosa de quem estava por fora,ou seja no comado da nau navalista,pois que sem uma liderança firme e credível,seria quase utopia acreditar em desempenhos notáveis.
Queimou-se um jovem treinador que tinha e tem muito para crescer,mas que não era a figura certa para o comando de um projeto muito instável a todos os níveis,e do qual ele acabou mais por ser vítima,do que obreiro de um caos que ainda assim não se concretizou.
Criou-se uma solução também já fora de tempo,mas que pelos vistos que se revelou eficaz no "milagre da salvação",espera-se agora que,para quem humildemente saiba aprender com esta lição,consiga também perceber que nos momentos de uma "crise em toda a ordem",só quem conheça "o bom e o mal" em profundidade,pode encontrar respostas com o nível de criatividade suficiente para fazer sonhar quem para ali foi com essa ansiada intenção.
Uma palavra especial para o Sérgio Grilo,que foi o "carregador de piano" de uma equipa onde a sua requisição como defesa foi providencial,mas longe,muito longe de se pensar como certas mentes,que entendem que afinal o seu lugar de sempre deveria ter sido o de defesa.
Nada mais errado,e se calhar quem o diz,é a quem lhe deverá ter faltado a mentalização para uma "atitude total",onde defender como este aprendeu,não era só para os defesas,mas sim para todos,e numa dimensão ajustada à sua posição.
Depois,sob o ponto de vista psicológico,o Sérgio Grilo,teve quem o alertasse para o perigo de descompensações de índole mental,onde a falta de humildade lhe seria prejudicial para a vida,e para o jogo que tanto gostava,e esse teve-o de treinadores com provas dadas, e de um enorme avô que não o deixava meter "o pé em riste" com quem não devia,e por isso,não me surpreende a revelação,mas pelo contrário,só confirma as expetativas criadas.
Sérgio Grilo,foi e é um grande avançado,mas polivalente nas necessidades onde sente que é capaz de chegar,e depois,a experiência trás "os passos medidos",e só "os dança" quem sabe controlar a sua emocionalidade.
A equipa da Naval,tem bons e promissores valores,mas são jovens,e precisam muito mais "de palavras",do que "somas e multiplicações táticas."
Entre "aspas" lanço o desafio,a quem me queira entender.

Outros gestos e atitudes de final de época:

O plantel sénior da naval na qualidade do do capitão Sergio Grilo no final do jogo entregou à Squadra Verdi uma camisola para homenagear o antigo atleta do clube e eterno membro da squadra Rui Miguel Sampaio que nos deixou recentemente.
Em meu nome e da Squadra Verdi o nosso agradecimento, nos grandes momentos também se vê as grandes atitudes. Descansa em paz meu irmão heart emoticon


Também no Futebol se conquistam "pactos" de sangue,onde na procura de algo que justifique o amor a uma camisola,se encontram irmãos que se adotam por recordações inesquecíveis,e mesmo que a vida os separe,o instinto também sempre os unirá para além daquilo que estavam à espera.

Custcruz


Abraço Sérgio Grilo,
grande gesto,
perante aqueles que melhor o compreendem...


segunda-feira, 8 de junho de 2015

Mercado da Figueira,entre "Deus e o Diabo"...


Até agora,tem estado nas mãos do Dr.Carlos Monteiro,amanhã pode estar nas de um outro qualquer protagonista,na certeza porém,que a "história" retratará quem na defesa do interesse público deu o brilho dos bons propósitos,das boas intenções,por uma vontade já por demais manifestada pelos figueirenses em defesa do espaço Mercado Engenheiro Silva da Figueira da Foz.
Dois anos depois da inauguração do novo espaço requalificado,os receios perspetivados de há muito, continuam vivos,e bem vivos,e tudo porque não se vislumbram as certezas estratégias que concertadas com os interessados,pudessem revitalizar aquele espaço histórico e tradicional.
O vereador do pelouro,é hoje acompanhado por uma administradora,de seu nome Engenheira Maria João,que assumindo essas funções,sabia perfeitamente naquilo para o que ia,conhecendo em rigor,e isto até por força do seu conhecimento interno da Câmara da Figueira,a missão que lhe era confiada.
No pico da pirâmide,está um homem da justiça,um político que em tempos de descredibilização da classe,se propôs a ser uma "pedrada no charco" à frente dos interesses da Figueira,e não creio eu,nem ninguém,que pela sagacidade e perspicácia adquirida em outros processos de complexidade extrema,se possa distrair da ação adequada,para que mais do que um dia possa sair de consciência tranquila deste,e não tropece "no lodo" de alguma imprevisibilidade muito desagradável.
Muito já eu podia enumerar hoje e aqui,em apreciações pessoais e não só,acerca dos desenvolvimentos que se têm destacado neste processo do Mercado da Figueira,mas não o vou fazer,sem que possa dar o restante crédito ao "timing"planeado no bom sentido das questões perspetivadas,e facilmente deduzidas por todos os "donos do conhecimento".
Entretanto,ultimamente até já abriu naquele espaço mais um café,e tudo se apronta para completar a dinâmica proposta,com uma lavandaria Self service,um quiosque,um cabeleireiro,e um espaço de arranjos de costura.
No que diz respeito ao interior do Mercado,ou seja,à alma deste espaço,tem a Autarquia "zelado" com a marcação bem destacada e colorida de bancas e módulos desocupados,e isto em resultado do abandono previsível de concessionários de uma faixa etária elevada,sendo mais do que certo,que outros mais jovens têm manifestado interesse nestas concessões,que prometidas a concurso a realizar no mês de Maio de 2015,pura e simplesmente não aconteceram,e nem sinal há da sua concretização,quando no inicio do Verão,seria a altura ideal para o investimento de quem sonha.
Por aqui me fico por hoje,desejoso de admitir o erro das minhas ansiedades e receios.

Mercado Engenheiro Silva da Figueira da Foz,de sempre e para sempre!

domingo, 7 de junho de 2015

Longe da vista, perto do coração...,


Uma mãe é muito,mas um pai não é menos,contrariando o preságio da mente escura,prefiro porque o sinto,de que longe da vista,perto do coração.
A vida deu voltas,acelerou ritmos,escolheu destinos e condicionou  passos,distribuiu de forma injusta as estrelas da felicidade,afastou seres que se querem de mais para serem insensíveis ao bater de corações com luz própria,onde o amor nunca se apaga,porque se entrelaça num rasto que se espalha até ao infinito...
Tu estás aí,e eu estou aqui,e nem é isso que mais me assusta,porque ouvir as tuas palavras entre melodias sorridentes,tranquiliza-me a alma,e facilmente me liberta no desejo concretizado...
Mas o pior são as sombras,aquelas onde o esforço não te ajuda a esconder as emoções que eu tão bem conheço,e que me dizem tudo aquilo que tu não querias que eu soubesse...
Ainda assim,o desafio da vida continua,e ambos sabemos que não é o coração que melhor rasga horizontes,sei que és forte,e até sei que para desistires só o farás quando se esgotarem os raios de uma luz que ilumina os teus méritos e sonhos...
E será por isso,que o risco é uma lição com vida própria,pois quando induzido por quem nos quer bem,apenas se encaixa naquilo que nunca nos fez mal,deixando em quem o vive de olhos nos olhos,numa incógnita de uma resposta que só pode realizar quem a conquista...
Confio em ti,e de braços abertos tenho a certeza na força de um amparo que nunca te faltará...


Custcruz/Andcruz

sábado, 6 de junho de 2015

Morrer a filosofar...


O coletivismo objeta-se que seja o principal da história de um jogo de futebol, mas mal de quem se perca obstinadamente nessa filosofia,pois muito poderá o atrevimento de uma só intensão,arvorar no imprevisto do que todos sonham...
Custcruz
Um bom fim de semana para os que me reconhecem nas palavras e pensamentos...

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Uma história endiabrada,agora com "Jesus" no meio das labaredas de Alvalade...


Sim,o destino tem destas coisas,mas diga-se em abono de uma verdade credibilizada pelos tempos que passam,que com a queda de valores que se desejavam intocáveis para com os grandes feitos e percursos do ser humano,se têm afirmado cada vez mais protagonistas com "testas de pedra",onde na evidência camuflada pelo nada,apenas lhes resta assumirem aquilo que são,e se em cada ato mais colocam a nu as suas incipientes convicções,pior do que isso,não vergam na triste figura que aos olhos de quem conhece o meio,não se revê no legado que continua a destruir uma modalidade de paixões mil,açambarcada por um poderio tão convincente no modo materialista,quanto desolador na procura da verdadeira essência que sempre deveria gerir as emoções do futebol,e em consonância com um futuro que sempre alimentasse uma prestável pedagogia de vida.


Bruno de Carvalho,e em momento periclitante para o Sporting,assumiu as rédias deste grande do futebol Português,tentando seguir as passadas de um senso que ressurgisse a mística capaz,apostou num jovem treinador que brilhou em portas meias com Alvalade,pressupondo-se que acreditou num potencial que investido no tempo,poderia dar à luz um novo "mestre da bola",como fruto de um desenlace que projetasse este clube para os píncaros da lua.
Numa sincronia de normas comprovadas,ladeou-se de Augusto Inácio,homem e técnico experiente,e mais do que isso,bem conhecedor dos "cantos da casa",esperando também desta sua aposta,"a muleta" que o equilibrasse em alguma oscilação inadvertida para uma liderança que também ele almejava como distinta nas decisões.
Bruno Carvalho até parecia estar no bom caminho,mas sempre também há o momento ou momentos,em que quem lidera a partir de um topo,tem que mostrar porque para isso foi escolhido,e quando envolvido na conjetura prática,terá que fazer valer a coragem e a sapiência que marque a diferença num rumo que não se quer perturbado,e onde às incidências críticas,só uma resposta firme e consubstanciada no conhecimento,pode arrepiar o "exército" ,e colocá-lo a "marchar" todo no mesmo sentido.
Foi assim,que Marco Silva orientando a equipa com um percurso titubeante ao longo da época,foi fazendo descrer os apaniguados,e também foi deste modo que Bruno de Carvalho desatou de forma incoerente e pouco perspicaz,um rol de ataques diretos para com o treinador,que entretanto surgiu amparado num perfeito "colinho" ,onde a "estrela" Nani, patrocinava a sua defesa,desconsiderando no mais alto responsável do clube de Alvalade,e silenciando-se de seguida,deixando ao barulho quem lhe pagava o ordenado,com quem lhe "orientava os pés" dentro de campo.
Sim,porque a cabeça sinceramente não acredito,e tudo porque estas "vedetas da bola",por endeusadas de mais serem,elevarem o ego até limites impróprios para a relação aceitável entre um trabalhador e um patrão.
No meio de toda esta embrulhada,é mais que certo,que Augusto Inácio seria e em muito,o inspirador das dúvidas do senhor presidente,só faltando saber, se compreendido,ou como minuciador de farpas de quem por fora sempre "racha lenha" com a tranquilidade de quem não tem que apresentar contas.
Assim,esteve o Sporting entregue nesta época finda,a um Presidente e um Treinador inexperientes,a uma mula velha,e a um verdadeiro artista da bola.
Um tenta salvar-se com a limpeza da casota,o outro procura potenciar um discurso que segundo ele virou a taça de pernas para o ar,e ao Inácio coube a missão já mais que rebatida estrategicamente,de esperar para ver,e quem sabe os seus intentos até pudessem vir a corporizar-se no sonho de mudar a coisa.
Bom,o certo é que a Taça já cá mora,e no meio deste inesperado estado de graça,nada melhor que se abençoar o futuro com as preces de Jesus,e havendo "graveto" vindo de esforços de uma habilidade económica  transcendente,porque não o Jorge,que hoje já tem 60 anos,e sabe que se falar português já é tão difícil,não seria uma opção muito viável experimentar fora de portas,o esforço gramatical de se entender com outros "Lopeteguis da bola".
De mãos postas para Jesus,se insinua Bruno Carvalho numa fé que o transporte ao olimpo dos deuses,quanto ao "Marquito",indica-lhe a segunda circular para continuar o seu sonho de fato e gravata,já ao Inácio,e porque há cerca de vinte anos se tornou protestante em relação ao Jesus,é assim mais fácil de dizer-lhe adeus,e até à próxima,ficando entre as "labaredas" de quem o atura,vamos esperar que não palpite de mais com quem sabe,porque desta vez,um não tem nada a provar,e o senhor Presidente tem muito para aprender.

Custcruz