Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...
"...No dia em que me silenciarem a voz,não me apagarão os gestos,no dia em que me aniquilarem os gestos,nunca farão esquecer os meus sentimentos..." CustCruz
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terça-feira, 9 de novembro de 2021

Mercado da Figueira, entre o fim e o sonho...

A Mercadona, e a atual situação do Mercado Eng.Silva, ou mais do mesmo, a invadir a Figueira da Foz, e um espaço único, de um cariz perfeitamente ajustado ao Turismo, enquanto objetivo primordial, e que teve em Santana Lopes a execução da primeira reabilitação, para lhe dar a força que ainda hoje enche o coração e a alma de quem nos visita...
João Ataíde, alicerçou-lhe meticulosamente a estrutura da continuidade, e em tempos, o POVO, defendeu-lhe o envolvimento comercial e histórico, face ás intenções que adoçam a BOCA a quem só pensa em degustar, e coloca de lado o que com outros pontos atrativos seria mais um, e descaracterizado na sua essência, será mais um falhanço tipo Mercado de uma Ribeira, ou até de um Rio que tanto nos diz, e que junto a Coimbra , está perfeitamente devastado, e que por isso também não ajudou na eleição do Dr. Manuel Machado...
Olha, até parece que dá em verso, aquilo que só não vê quem não quer, mas que na altura certa, se desmistificará, como, quem , e porquê, e quem sabe, assim, as politicas Concelhias vão a tempo de salvar " A sala de visitas da Figueira da Foz ", e também de quem não merece, e nem é orientado pela JUSTIÇA face aos seus bens adquiridos...
Estou cansado, a sofrer muito, mas lutar será sempre o meu desígnio, e também sempre tenho FÉ, que o BEM vença o MAL, e que tudo o que for feito, não se esqueça de ninguém...

Custódio Nogueira da Cruz

 

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Para se adicionar a luz(Turismo) do presente, não é inteligente nem perspicaz apagar os brilhos do passado...

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O Mercado da Figueira, é um espaço único, com emoções que perduraram até hoje, por uma escolha feita de diferenças, que se forem dissipadas do meio, não serão nunca substituídas pelas cópias das ribeiras, dos Ouriques, que tentarão fazer degustar aquilo que nenhum chefe de cozinha consegue confecionar na mente de quem não se alimenta só pelo estômago, mas muito mais por aquilo que os seus instintos lhe pedem...

Que essa vertente abrace o Mercado da Figueira, tudo bem,
que as estrelas brilhantes de um contexto afirmado e adorado por quem nos visita se apaguem por ambição desmedida, é um erro tremendo, e de certo um autentico míssil contra os espaços gastronómicos distribuídos pela Figueira, que tanto têm melhorado nas suas condições de qualidade e atendimento, e que por uns tais serão punidos pelos brindes de reforço...

Complete-se com o que é preciso para se ser feliz, e não se limitem a viver de cópias, que hoje estão na berra, e que amanhã, por falta de reflexão acertada, por insensível, se sumirão como que por encantamento...

Só perdura o que é valoroso, e só se esfuma o que não é genuíno, e assim acaba por não marcar a diferença entre o que vence, e o que apenas passa pela vida...

custcruz

domingo, 24 de junho de 2018

Mercado Engenheiro Silva da Figueira da Foz,126 anos depois ainda estará para durar?




Uma imagem da minha sala de troféus,elaborada pela presença do povo,que para sempre guardarei no coração,até porque sei que foi sincera...

Quanto ao meu silencio,
cumpro as promessas como sempre fiz,pois o tempo passará,e será lá na frente que a resposta se corporizará...
Parabéns aos 126 anos do Mercado da Figueira,e muito obrigado a quem ainda hoje tem a coragem de credibilizar as minhas verdades...


segunda-feira, 17 de abril de 2017

Mercado da Figueira, também uma questão de honra...,




O piso 1 do Mercado da Figueira,tem hoje entre lojas concretizadas em bruto,um cabeleireiro,um consultório médico,uma Loja do Cidadão,e mais recentemente foi ali também instalada a Figueira Parques.
Se assim é,e à conveniência lógica daquele espaço emblemático,se perspetivava o interesse da valorização e dinamização de um projeto que foi delineado e executado para lhe dar vida,a verdade seja dita,e por mais uma vez,por quem não ataca para destruir,mas sim pelo contrário e de forma paciente,abraça os seus anseios vitoriosos como reflexo da razão indiscutível,que desde há longo tempo,a decisão camarária de apenas abrir durante a semana um portão de funcionamento para acesso ao dito piso,era uma aberração semeada por um erro pontual,e que se resolveu prolongar por clara falta de humildade.
Se atingia ainda no meu caso,a possibilidade de comercializar com o meu módulo nesse tempo extra,que por acaso fica no portão histórico,e virado para o Jardim Municipal,muito pior do que isso,é que apesar do Mercado ter um acesso de segurança no primeiro piso,não se revelava capaz de sustentar na certeza,de que em caso de alguma incidência preocupante,fosse suficientemente preventivo para cumprir a lei da Segurança dos clientes,ou no caso,dos trausentes,a quem já lhes basta "o desafio louco",de a partir do portão da beira rio,e único aberto até ás 18 horas,se verem perdidos em corredores vazios e ocos de vida,onde a sinalização ainda por cima se revela incoerente, ou difícil de descifrar.
O Mercado,tem umas escadas rolantes,mas estão no "portão do lado das freirinhas",um dos tais que estava fechado,tem também umas escadas pedonais,no portão do lado do jardim,mas que...pois,também estava fechado,e até tem um elevador,mas escondido num "corredor entre frigoríficos",molhado normalmente no piso,e arrepiante na temperatura ambiente,mas pois...aí não há nenhum portão...
Bom,mas o que lá vai,lá vai,e como ultimamente o acerto é mais presente nas decisões de gestão desta Sala de Visitas da Figueira da Foz,foi com uma satisfação humilde,que pela minha parte,hoje na surpresa vi os três portões abertos até ás 18 horas,a não ser que por agora eu a falar,voltem atrás com a história,na certeza porém,que estes pontos somados a outros,já ninguém mos rouba,e ainda até que amanhã possa morrer sem uma estátua há porta do Mercado da Figueira.
Desistir...nunca,
porque a verdade não se planeia,
acontece...
Obs:
Um funcionário fecha um Portão,
do mesmo jeito que fecha três,
e nem por isso suará por demais a camisa...
custcruz

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Mercado da Figueira,entre "Deus e o Diabo"...


Até agora,tem estado nas mãos do Dr.Carlos Monteiro,amanhã pode estar nas de um outro qualquer protagonista,na certeza porém,que a "história" retratará quem na defesa do interesse público deu o brilho dos bons propósitos,das boas intenções,por uma vontade já por demais manifestada pelos figueirenses em defesa do espaço Mercado Engenheiro Silva da Figueira da Foz.
Dois anos depois da inauguração do novo espaço requalificado,os receios perspetivados de há muito, continuam vivos,e bem vivos,e tudo porque não se vislumbram as certezas estratégias que concertadas com os interessados,pudessem revitalizar aquele espaço histórico e tradicional.
O vereador do pelouro,é hoje acompanhado por uma administradora,de seu nome Engenheira Maria João,que assumindo essas funções,sabia perfeitamente naquilo para o que ia,conhecendo em rigor,e isto até por força do seu conhecimento interno da Câmara da Figueira,a missão que lhe era confiada.
No pico da pirâmide,está um homem da justiça,um político que em tempos de descredibilização da classe,se propôs a ser uma "pedrada no charco" à frente dos interesses da Figueira,e não creio eu,nem ninguém,que pela sagacidade e perspicácia adquirida em outros processos de complexidade extrema,se possa distrair da ação adequada,para que mais do que um dia possa sair de consciência tranquila deste,e não tropece "no lodo" de alguma imprevisibilidade muito desagradável.
Muito já eu podia enumerar hoje e aqui,em apreciações pessoais e não só,acerca dos desenvolvimentos que se têm destacado neste processo do Mercado da Figueira,mas não o vou fazer,sem que possa dar o restante crédito ao "timing"planeado no bom sentido das questões perspetivadas,e facilmente deduzidas por todos os "donos do conhecimento".
Entretanto,ultimamente até já abriu naquele espaço mais um café,e tudo se apronta para completar a dinâmica proposta,com uma lavandaria Self service,um quiosque,um cabeleireiro,e um espaço de arranjos de costura.
No que diz respeito ao interior do Mercado,ou seja,à alma deste espaço,tem a Autarquia "zelado" com a marcação bem destacada e colorida de bancas e módulos desocupados,e isto em resultado do abandono previsível de concessionários de uma faixa etária elevada,sendo mais do que certo,que outros mais jovens têm manifestado interesse nestas concessões,que prometidas a concurso a realizar no mês de Maio de 2015,pura e simplesmente não aconteceram,e nem sinal há da sua concretização,quando no inicio do Verão,seria a altura ideal para o investimento de quem sonha.
Por aqui me fico por hoje,desejoso de admitir o erro das minhas ansiedades e receios.

Mercado Engenheiro Silva da Figueira da Foz,de sempre e para sempre!

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Mais de 44 mil dias depois,a história continua,(Parte ll).

Vem de longe a história do Mercado da Figueira,vem de longe "algo"que para os Figueirenses é verdadeiramente mais do que só o tempo que perfaz o caminho entre o nascimento de ontem e a sua realidade de hoje,mais de 44 mil dias depois,a história vai continuar,esperando todos nós os que amamos a Figueira da Foz de alma e coração,que nunca por nunca haja a veleidade e o atrevimento  de quem quer que seja,em colocar em causa a essência ou mesmo a efectiva existência de um espaço de eleição nas suas mais genuínas tradições e virtuosismos que o distinguem como uma das já poucas pérolas preciosas que identificam uma cidade,um concelho,e um povo que se apaixonou em respirar a maresia do mar,ou em se deliciar com a dança de um rio que percorre muitos quilómetros para beijar a foz de uma figueira que é o mel do nosso contentamento.
Hoje foi a (Re)inauguração do Mercado Engenheiro Silva,em Dia de Aniversário e ainda que sem os festejos afectivos da circunstância,descerrou-se uma placa comemorativa da intervenção física,e que já aqui a classifiquei em uma outra oportunidade,de muito boa em termos gerais,assim saibam os concessionários adaptarem-se aos seus novos espaços e realidades específicas,e ao mesmo tempo,que do lado dos responsáveis pela obra, haja também a humildade que faça agora colmatar algumas deficiências funcionais,que naturalmente são da sua responsabilidade,e por isso têm a obrigação de com outra sensibilidade as tentarem corrigir para bem de todos.
Chegou depois a altura dos discursos,que a partir da "mesanine"alicerçada em primeiro andar,se espalharam(?) pela instalação sonora do espaço,aludindo as entidades responsáveis a uma satisfação e orgulho em uma obra,que tem o eco credível de todos aqueles que têm visitado o nosso Mercado.
Ainda que os convidados oficiais "estivessem de esguelha" para o povo,que cá em baixo tentava perceber as emoções vindas de cima,lá se foi ouvindo por uma instalação sonora com um som mal distribuído técnicamente pelos cantos da casa,alguns pontos referenciais(como no discurso do Dr.João Ataíde),de alusão à homenagem de uma figura(Engenheiro Silva) como o patrono histórico deste Mercado,e ainda ao significado não só afectivo desta intervenção de fundo,mas também objectivamente às necessidades de natureza estrutural e técnica.
Acho que ouvi isto que aqui reproduzo,sem ter certezas absolutas como gostaria de ter tido,e se tenho esperança de não estar a faltar de todo à verdade,foi porque me refugiei (a espaços) no corredor interior e circundante aos módulos,e onde se ouvia muito melhor.
Depois descerrou-se a placa comemorativa,e ainda o som dos aplausos não tinham findado,já os jornalistas corriam para obter declarações de gente marcante desde sempre no Mercado da Figueira,que motivados pela presença dos Autarcas ali mesmo ao lado,proferiram palavras de verdadeira sinceridade e sentimento profundo,como aliás é apanágio das gentes simples daquele Mercado.
Nos "restos" que sobram do Jardim Municipal,criou-se um repasto para a raia miúda,que se divertiu toda a tarde,deliciando-se com febras e sardinha assada,bem regados por tintos e brancos,e o respectivo acompanhamento musical para um pé de dança a preceito.
Um dia de festa para mais tarde recordar,e que se espera seja também o princípio de uma nova etapa que solidifique para sempre o Mercado Engenheiro Silva,como a verdadeira "Sala de Visitas da Figueira da Foz".

Custódio Cruz

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Mercado da Figueira,uma causa com um fim...




Prefiro o silêncio,
até ao dia em que me apeteça falar...
Prefiro sentir as emoções dos outros,
para tentar perceber porque tive e tenho as minhas...
No meio do mau,
 é impossível não haver um pouco que seja de bom...
No meio do bom, 
é muito pouco provável que não haja algo de mau...
Prefiro o silêncio,
para encontrar o sentido de justiça que a minha consciência me sugere...
Não quero cores,
nem alaridos promocionais...
Agora,
continuo a ser eu a escolher,
com o silêncio continuo a responder a quem o souber,
até ao dia que me apeteça falar...

Custódio Cruz

Fotos de o "O Palhetas na Foz"