Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...
"...No dia em que me silenciarem a voz,não me apagarão os gestos,no dia em que me aniquilarem os gestos,nunca farão esquecer os meus sentimentos..." CustCruz
Mostrar mensagens com a etiqueta Naval. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Naval. Mostrar todas as mensagens

sábado, 7 de maio de 2016

Juniores da Naval ajustam emoções,e sobem ao mais alto patamar do Futebol Português...

Fotos Ana Maria Pinto da Costa

Emocionante,com a perspectiva de um naufrágio da equipa Junior da Naval 1º de Maio,não existiu mar suficiente que do céu caísse e afogá-se o sonho destes extraordinários jovens Navalistas,que numa reviravolta estonteante e concretizada com uma enorme alma,orgulharam quem a Naval sente,e a Figueira adora.
Ainda assim,o destino é tantas vezes frio e insensível para com quem tanto luta,e que tanto como neste exemplo mereceu,que depois mesmo de uma reviravolta para 2-3,com 0-2 antes do intervalo,voltou a fazer mergulhar os "verde e brancos",que hoje procuraram "a sorte entre o verde e o negro",para uma aparente e fatal frustração,maior ainda do que aquela que já se afigurava tremendamente injusta,quando o Marítimo numa descida esporádica e durante esta 2ª parte,concretizou um 3-3 que lhe servia a preceito.
Pois é,mas os pupilos de Marinho Serpa,talvez tenham pensado que não queriam a todo custo ficar a derramar lágrimas no final do jogo,a lamentar a falta de audácia que tanto não mostraram com a reviravolta do segundo tempo,e como que respirando fundo,e controlando as suas emoções mais endiabradas,aproveitaram "a vida deste jogo", no tempo que lhes faltava,e atacaram confiantes com o talento mais que certificado ao longo da época,chamando Nuno André a protagonizar o papel de um herói,que representou e traduziu uma só alma,composta por todos aqueles que só sendo uma verdadeira equipa,podiam fazer e continuar a escrever a história da Centenária Naval 1º de Maio e através dos cometimentos que obtivessem.
Nuno André,correu para a bola,e com a sua calminha,não perdoo,fazendo soltar emoções aos quatro cantos de um "Bento Pessoa",tão familiarizado com os brilhos das estrelas conquistadas num universo de glória,que hoje voltaram a soar e a piscar,e mais uma vez entre a áurea da velhinha e respeitosa,Associação Naval 1º de Maio da Figueira da Foz.
Parabéns Rapazes,vocês provaram de forma plena,que "O Homem que não controla as suas emoções,nunca será melhor que o outro...
"Viva a Naval...viva a Figueira...
E pronto...agora vamos "tomar conta" dos Seniores.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Naval 1º de Maio vence na atitude solidária,e perde,podendo agora ganhar o futuro...


Solidariedade não é uma palavra vã,mas os tempos também não estão fáceis para a maioria das pessoas,e se a moldura humana que ontem preencheu a bancada principal do Bento Pessoa,até foi ainda assim motivante para quem sonhou poder ajudar quem precisa.mais se desejaria ver num estádio,onde em tanto espaço se podia ter traduzido um "maior abraço" para com as famílias das vitimas na tragédia do "Olívia Ribau".
Pelo que se soube depois,entre a receita do jogo,sorteio,e apoios de empresas que foram sensíveis ao nobre gesto Navalista,digamos que "aquele pouco valeu muito",na impulsão de um recomeço que se deseja convicto e capaz de recuperar aquelas "almas do mar",que nunca se constou que fossem de desistir,mas que como todas,também necessitam do alento provocado,para que os seus passos de vida se direcionem de novo em direção à linha para o qual cada um está destinado.

Parabéns à Naval,
e um enorme abraço solidário para os que cá ficaram para honrar os que partiram.


Entre este sentimento de dever comprido,por parte dos apaniguados e simpatizantes Navalistas,floresceu paralelamente outro tipo de emoções,onde o subconsciente de muitos dos presentes,transportou memórias doces embrulhadas num sentimento de nostalgia,por outros tempos de glória onde no Bento Pessoa  se protagonizaram grandes embates entre "equipas sonhadoras",tais como a Naval e o Paços de Ferreira,que por isso mesmo,têm hoje feitos inesquecíveis e brilhantes nas páginas da prestigiada Taça de Portugal.
Os tempos de agora são outros,e as realidades também se alteraram nas posses de cada uma destas equipas,e se por exemplo o Paços da cidade do móvel,ainda consegue ostentar patrocinadores como o Banco Bic,já a Naval da Figueira da Foz,vive com empenhos publicitários e estruturais onde os brilhos da "prata da casa",tudo fazem para alimentar uma nova sequência histórica,que impeça maus murmúrios que por aí pairam,e quem sabe,até um dia se possa de novo voar nas asas de uma ambição mais bem pensada e sólida,num encalço que a projete de novo nos píncaros do futebol português.

Quanto ao confronto propriamente dito entre estas duas formações,injusto seria não colocar como premissa de evidente desiquilíbrio emocional,a diferença de idades e respetiva "experiência de palcos",entre a esmagadora maioria dos atletas da Naval e do Paços de Ferreira.
Ainda que no entanto,quantas vezes os pequenos se opõem aos maiores,e com atributos de superação,desmistificam imunidades no favoritismo de qualquer um dos mais badalados emblemas.
Mas o certo é, que para o caso,o jogo não começou com o desenho mais optimista para os verde e brancos,pois o Paços de Ferreira entrou com tudo,e circulando a bola com uma enorme segurança e objetividade,cedo atacou debilidades do 4x2x3x1 esquematizado sob a batuta de Fernando Mira,criando logo de início oportunidades flagrantes para o adversário,através de um jogo exterior(como agora é dito),que anunciavam que mais tarde ou mais cedo, a faturação iria inciar-se para os castores.
A lição parecia bem estudada,pois as investidas eram canalizadas sob a ala direita dos verdes,onde as descompensações defensivas eram tais,que até eu mesmo me atrapalhei na análise da tanta confusão de posicionamentos mal medidos,muito pela obstinada aposta na malfadada defesa em linha(está na moda!!),como também na falta aceitável de estruturas formativas perfeitamente gritantes,em um ou outro atleta,que por acaso se somavam no mesmo setor,e assim com os seus inseguros desempenhos acabaram por quebrar "um onze em dois".
Ainda que há mais de um ano que não vá ao futebol,e nem conheça os jogadores,comecei eu melhor "a marcá-los",que eles aos seus adversários diretos,vendo o lateral Tito Junior "perfeitamente ás aranhas",mas que me deixava "rastos" de qualidade,e que ainda que "por ter os dois pés",me pareceu pouco esclarecido na sua postura enquanto lateral direito,mas na verdade,pouco ou nada secundado nas ações defensivas por uma aposta como médio de cobertura que só depois identifiquei dos juniores do ano passado,um tal Amadu,que continuo a pensar tem muitas potencialidades,mas que em funções que não apenas a de privilegiar o ataque,continua a não jogar com os equilíbrios que estabelecem a sincronia entre as ações defensivas e ofensivas,"deixando-se levar muito pelo coração",em intuitos de cariz que melhor protagoniza,mas que devem ser bem medidos,e não precipitados pelo ego de quem lhe apetece.
Tenho admiração por este atleta,mas é bom que de uma vez por todas ele perceba que precisa de crescer em vertentes do jogo,onde para além de poder ser útil,pode mesmo brilhar,e assim corporizar-se num jogador mais completo,e com enormes possibilidades de vingar no futebol,a um nível com o qual de certo ele até sonha,por enquanto só fora das quatro linhas.
É verdade que o Ricardo Tavares,que ainda por cima estava ali ao seu lado,corria ao quilómetro,esforçando-se muito,mas produzindo pouco,não sei se por razões de índole psicológica,se por inoperância física,deixando no entanto como certo que a sua produtividade tecno-táctica,deixou mesmo muito a desejar nesta partida.
Ora com esta falta de sincronia e ajuste nas transposições defensivas e ofensivas(como agora se diz,e eu não gosto nada...), a equipa surgia quebrada,e como já o disse,descompensada na defesa da sua baliza,e foi por aí,que o Paços de Ferreira com espaços a belo prazer,criou e concretizou os golos suficientes para gerir na segunda parte.
O guarda-redes Miguel,até me pareceu um bom guarda redes,já os centrais Rui Daniel e Valença,convenceram-me a "olhá-los" em uma outra oportunidade,pois não puderam neste jogo fazer os milagres que se desejavam,para "tanto buraco cavado pelos castores".assim tal como o Fred.que na esquerda não deixa de também ser condicionado com o benefício da dúvida,porque quando sectores não se ligam,acresce as dificuldades para quem sobra.
Brilhou a espaços o Luis Leite,pele sua atitude arrojada,e de algum requinte técnico,mas que no epicentro causal,acabou na maior parte do tempo,perfeitamente perdido,e sem possibilidade de dar sequência ao que prometia.
No que concerne à linha da frente,e na mesma ordem de raciocínio tecno-táctico,e porque as tranposições ofensivas revelavam pouca capacidade na circulação de bola,embora que na segunda parte tenha melhorado,sem solidez na construção de jogo (interior e exterior),pois...nem o China, que me deixou de novo indicações que prometem muito,nem o Sandro Moço,a quem vejo atributos magníficos,mas mal potenciados mental e posicionalmente,e isto desde que o vi jogar nos juniores,e muito menos o Sérgio Grilo,que me pareceu inconformado com o cenário irreverente e inconsequente que viveu à sua volta,assim pudessem enquanto potenciais concretizadores,levar a bom porto a sua missão. 
Entraram depois,muito limitados pelas incidências que o jogo já marcava,o Junior Mendes,o Iduino e o Zé Pedro,que foram parte da face bem mais homogenia que a segunda parte revelou.
Ao Iduino,no entanto,aconselha-se  a esforçar-se por ser mais positivo depois de um ou outro falhanço na entrada,porque "o seu segredo" está na capacidade de acreditar,e sem a sequência personalizada,o ser reduz-se a uma banalidade que não tem a ver consigo próprio.
Para a tal história ficou um resultado menos agradável,mas que pode ser precioso para quem se esforça por crescer,e tenta chegar aos limites sonhadores,que só se alcançam conhecendo a derrota nos porquês,e que retratem a parte em que cada um tem que mudar.
Venceu a melhor equipa,a mais apetrechada num amadurecimento que a jovem equipa Navalista,deve almejar para seu bem,e de todos os que sonham alcançar "o além do futebol".
Quanto á arbitragem,pareceu-me envolta em vaidades desproporcionadas,e ainda que firme nas decisões,não deixou de cometer erros,que proporcionaram um golo fora de jogo ao Paços,e perdoaram algumas "entradas em riste" à Naval,de resto, não foi por estes que a Figueira não cantou vitória.
Custódio Cruz

domingo, 10 de agosto de 2014

Emoções fortes,continuam no Bento Pessoa...


Estádio Municipal José Bento Pessoa da Figueira da Foz

Programa de jogos:

Quarta-feira, dia 13 de Agosto de 2014

17h15m – FC Porto-Sporting
19h15m – Naval-Real Madrid

Quinta-feira,dia 14 de Agosto de 2014

16h30m -         Jogo 3º e 4º lugar
18h30m -         FINAL

Equipas de sub-17 do Real Madrid, FC Porto, Sporting CP e Associação Naval 1.º de Maio vão fazer da Figueira da Foz a capital do futebol juvenil nos dias 13 e 14 de Agosto.

Com o Estádio Municipal José Bento Pessoa a servir de pano de fundo e a presença de jovens promessas nacionais em representação dos referidos clubes, estão reunidos os ingredientes para uma prova altamente disputada, assim pela singularidade que tem como ponto de partida a justa homenagem ao jogador internacional português.
Natural de Buarcos (Figueira da Foz), Hugo Almeida dá o seu nome ao torneio internacional promovido pelo clube que o fez despoletar para o futebol antes de rumar para o FC Porto e “transferir-se”, posteriormente, para as mais diversas colectividades além-fronteiras.
«Obviamente que estou bastante satisfeito por esta homenagem e muito honrado por fazer parte desta festa do futebol juvenil protagonizada pela Naval 1.º de Maio, sustentou o internacional lusitano sobre a primeira edição do Torneio de Futebol Internacional Hugo Almeida a ter lugar nos dias 13 e 14 de Agosto no Estádio Municipal Bento Pessoa, na Figueira da Foz.
Para os responsáveis do Departamento de Futebol de Formação da Naval, «a prova quadrangular “Hugo Almeida”, em que intervêm a equipa da Naval 1.º de Maio, FC Porto, Real Madrid e Sporting, é o reflexo lógico e legítimo do que pretendemos para os jovens que escolheram a Naval para as suas carreiras desportivas».
Por outro lado, e tratando-se de uma competição que enobrece o clube organizador e a própria cidade, «temos como ponto de partida a justíssima homenagem ao jogador internacional que cresceu para o futebol no clube figueirense e que, agora, empresta o seu nome a este peculiar torneio».
De facto, o Torneio Hugo Almeida, prova de cariz internacional com a participação de quatro equipas, germinou no sentido de oferecer aos veraneantes que, por esta altura, escolheram a Figueira da Foz para recuperarem forças para mais um ano exigente, em que os mentores por mais esta iniciativa tiveram também como intenção unir os jovens atletas a fim de lhes transmitir os valores efectivos para uma prática desportiva saudável e cingido pelo “fair-play”.

A presença dos espanhóis do Real Madrid e dos portugueses FC Porto, Sporting e anfitriões é, sem margem para dúvida, o ponto de partida para dois dias de  festa de futebol, tanto no relvado do Estádio Municipal Bento Pessoa, como nas bancadas.

Departamento de futebol de formação da Naval 1º de Maio