Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

terça-feira, 17 de outubro de 2017

O saudosismo,não existe para se arrumar numa gaveta de forma definitiva...





Quando as florestas portuguesas eram patrulhadas por cerca de 4000 guardas florestais distribuídos por 940 casas de guarda e 140 postos de vigia, a prevenção funcionava.
Mas o progresso trouxe-nos a era dos peritos, dos gabinetes de estudo, dos pareceres, das comissões de inquérito, dos financiamentos e dos mil projectos sem qualquer utilidade .

Custe o que custar,quando a sensibilidade e o rigor tomavam conta da gestão do que quer que fosse,e na defesa de mais valias que são prementes por natureza,a distração e o crime,tinham muito menos espaço de manobra para vingarem enquanto calamidade. O saudosismo,não existe para se arrumar numa gaveta de forma definitiva,pois nem tudo o que passa,finda no espirito que o notabilizou,e se hoje em termos tecnológicos os avanços são mais que muitos,muito mais ainda,é a incompetência de quem não está talhado para sentir,porque se concentra no superficial,e nem percebe o que é esquecer-se do que nunca se pode dispensar. Caiem num estado de graça,onde os números são "os momentos mágicos" das suas decisões,dos seus discursos,e das suas ações,não acautelando o bem de todos,mas sim e exclusivamente os interesses onde a sorte entretêm,mas que quando chega fora de horas não perdoa. Estamos numa sociedade,onde cada vez menos sou capaz de tomar partido,pois se acredito que com o mal dos outros,haja sempre alguém que cultive a vingança com uma qualquer descredibilização,e para beneficio pontual,pior fico que na sequencia,e quando a pretensa vítima abre a boca para justificar o seu infortúnio,faça alusão a umas quais queres férias,que são o todo de um desconhecimento sensorial na vida da maioria dos portugueses. Nem do pragmatismo politico fazem uso,já que as suas consciências por viciadas no bem bom,desmontam por si próprias o que gostavam de ser,mas que jamais brilhará no seu alcance. Fascista não sou,porque por mais,e também,gosto de fazer e dizer o que bem me apetece,agora apagar a constatação do método utilizado para defender o interesse público,onde a filosofia politica nada tinha a ver com o brilho ambiental,foi de certo o principio de um crime,que agora projeta uma face alongada no tempo,e onde as culpas servem para trocar entre partes,mas no fundo,mais não são do que o fruto venenoso de uma displicência desenhada pelos tais maus vícios destes tempos,que pela certeza não vão deixar mesmo saudades a ninguém. 
custcruz