Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Questão de feitio,ou de algo mais que preferem ver como menos...


E se eu tivesse sido o Papa...


Desde pequeno que fui levado pela fé,desde sempre que nunca me desliguei do bem,o certo é que por isso mesmo também sempre cresceram os meus problemas de afirmação na sociedade em que vivemos,ora porque os alvos do meu desconsolo trocam consoante os meus princípios,ou ainda,porque o meu sonho é uma teimosia presente a cada passo,e onde desistir será aceitar uma derrota que Deus não acolheu nem pregado na cruz.
Então se ele queria o bem para todos,se pugnava pelo equilíbrio de um mundo capaz de brilhar num esforço de mãos dadas,como acabou crucificado?
Só o enigma para além da morte,sustenta a estrela que ilumina o seu caminho,e sinto,e penso,que já era tempo de que em um outro sinal pudesse dar razão a quem como ele não a quer para si,mas a deseja espalhada na salvação do mundo...
A religião diz que sim,a ciência diz que não,a certeza não existe,e o mundo desaba a olhos vistos...
Se eu tivesse sido um Papa,que de certo jamais serei,na aproximação a um entendimento,pergunto?
Será que Deus me entenderia?
custcruz