Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

domingo, 10 de julho de 2016

França / Portugal : Ou o desafio perfeito para quem é Português...


Se formos coordenados na vontade,
e ao labor individual lhe soubermos acrescentar a alma de uma só equipa,
poderemos completar a história e colocar no topo «a estrela» que há tanto merecemos.
O segredo,
vive dentro de nós,
e manifesta-se instintivamente numa proporção direta ao desafio que mais nos motiva,
ou seja,
aquele onde nos «roubam» a credibilidade,nos minoram as mais valias,e fazem duvidar do nosso controlo emocional.
Nunca a alma lusa perde por medo,
e pelo contrário,
 até se poderá exceder na confiança,
e assim não navegar como só nós o sabemos fazer,
mas quando se recusam a olhar para os brilhos inegáveis do nosso espírito guerreiro,audaz e patriótico,nunca ouve nem há «Adamastor», 
que nos pare na convicção,
de que só a vitória nos serve para honrar aquilo que somos como Povo de feitos assinaláveis...