Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

sábado, 2 de julho de 2016

Futebol Britânico versus Futebol Luso...nos trilhos do Euro 2016...


Futebol britânico no caminho do futebol luso,ou a genuinidade "de uma marca" traduzida fielmente por um País de Gales,que pouco ou nada tem a ver por exemplo com a descaracterizada Inglaterra ,que por força do intercambio económico institucionalizado também no mundo do futebol,tem mais estrangeiros nas suas equipas a "rendar o jogo",do que "seus seguidores" a definir estratégias retilíneas e fundamentadas em elaborações onde a velocidade de execução,é o segredo,e a impulsão "a mestria do sonho"... 
Misturar filosofias,é um exercício aliciante,mas complexo quando na mente de cada jogador se desenrolam racionalidades motivadas pelos instintos mais intrínsecos do ser,e quem não os souber moldar e conjugar em equipa,perde-se em labirintos onde a bola anda "a bailar" sem objetivo capaz... 
E isso passou-se com os Ingleses,e não se passa como o País que gosta de jogar para os "três pontos",agora com mais qualidade técnica,e ainda que "de pontapé para a frente",mas refinando mais os 3 ou 4 toques,que facilmente fazem avançar a investida que faz trair mesmo os mais apetrechados... 
Ainda sob o prisma psicológico,eu prefiro o País de Gales à Bélgica,pois se estes sabem abrir brechas(desequilíbrios) com os apoios envolventes,e por isso criados no momento,os verdadeiramente britânicos, sabem-no fazer mais previsivelmente,mas como digo a exigir muita concentração na sincronia setorial... 
Olha Pepe,ensina lá "ao people" o que se tem de fazer para não teres tanto trabalho no jogo aério,e logo se verá como o esforço dividido por todos,pode impedir golos como o terceiro contra a Bélgica,em que uma equipa "brilha" com a posse da bola,e outra "cintila" com o sabor dos golos que os levam às vitórias... 
...
Então...até lá... 

Custcruz