Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Tripés,buracos,e "caldeiradas sem rosto" no Mercado da Figueira...


Estupefacto.
Não é fácil para mim,confesso,ver este "gozo a torto e a direito" com determinados eventos criados no espaço Mercado da Figueira,que pressupostamente teriam razões de ser,mas não se percebem á luz de qualquer esforço intelectual,no que poderá significar,e muito menos,naquilo que poderia ter sido mais um equivoco associado a uma qualquer exposição que evidenciasse uma intenção cultural ou de outro tipo,e que assim justificasse a sua concretização.
Fui hoje,e passado um mês ao primeiro andar do "Mercado do Rio",ou melhor,da "Ribeira".perdão,da Figueira,na obrigação séria de fazer o pagamento no espaço do cidadão,da água que consumi na minha residencia,e apesar de para ali me dirigir triste por pensar,porque há mais de três meses a Empresa Águas da Figueira,tenha feito um buraco à minha porta,sem nunca mais se lembrar de processar o arranjo que não proporcione as quedas dos mais idosos,

ou mesmo deixar de ser local em que animais de rua aproveitam para defecar,e pior do que isso,não respeitar uma linha de acesso por demais trilhada por quem vem com fé da Igreja Matriz,e entretanto corre o risco de a perder momentaneamente.
No entanto,rapidamente mudei o plano da minha introspeção de vida,quando agora,e na frente de uns poucos de tripés,verifiquei no corredor de acesso,a exposição de umas fotos de má qualidade artística,e onde são constantes uns pratos compostos com gastronomia,mas sem se saber de quê,tendo eu mesmo a certeza de que Cozido à Portuguesa,não será,Arroz de Marisco,também não,já Caldeirada associada ao evento do lado,até coloco como hipótese mais provável,mas caramba...não custava nada escrever-se alguma coisa,para que assim a razão hipotética,não prevalece-se sobre a verdade que facilmente se corporiza em especulação.

Quando se sabe da obsessão,que existe em volta deste "retiro do povo",para o transformar em algo onde não importe a sua tradicionalidade,e antes,lhe dê um cunho nas tão afamadas "novas opções",não será estranho,e até de todo muito provável,que associado a pré-campanha eleitorais,e num intuito elaborado de ataques políticos,se tente confundir "alhos com bugalhos",onde "os passarinhos" podem estar à esquerda ou à direita,e "os corvos" para lá do pano que ilude este teatro.
Tenho procurado a Paz,mas nunca abandonarei a causa,não sou demagógico,e nem mal intencionado nas minhas razões,e deste modo,também não sou o tipo de pessoa que só diz mal por dizer,ou porque teve divergências com quem quer que seja,e prova vem a seguir,sem favor,sem receios,e muito frontal como gosto de elaborar as minha opiniões.
Sobre a Eng.Maria João Pombo,que tem responsabilidades na gestão pública deste espaço tradicional,só recai da minha parte,o inconformismo sobre a promoção de um processo que corre na Justiça,e que espero ali se esclareça na verdadeira acepção da palavra,onde inverdades procuram aniquilar a minha vida pessoal e profissional,e que se não forem comprovadas por quem de direito,nunca deixarão pelos meios possíveis de ser rebatidas até que a minha honra seja restabelecida.

À parte este lamentável episódio,nem sou dos que pensam que a ação desta senhora em termos da tal gestão,seja de menosprezar,mas também não entendendo,porque a situações como esta ou outras passadas,não tente consultar quem deve,e com quem também possa esclarecer o que tem no acordo elaborativo do respetivo evento.
Certo,e mesmo certo,é que a mim ninguém me vai calar,como também ninguém me vai manipular para interesses políticos,ou de outra espécie,usando eu sempre do nível de reflexão capaz,onde a ligação direta à minha consciência,só e nada mais,elogiará quem merece,e punirá quem não poderá deixar de o ser,libertando em mim o amor que tenho à minha terra,e ao Mercado da Figueira,tal como ele é,e sonho que sempre seja.
Andem lá,por favor,digam lá que tipo de pratos gastronômicos são aqueles ao certo,é que assim,a quem me pergunta à porta,eu não sei responder...

CUSTCRUZ