Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

domingo, 20 de março de 2016

Notícias da minha terra,com o Mercado,o Jumbo e o Casino da Figueira...


A coincidir com mais um aniversário do Jornal as Beiras,e depois de um interregno algo estranho por parte da imprensa local na atenção para com um espaço tão distinto e apreciado por tantos,aliás bem traduzido nas visitas anuais de milhares de Portugueses e Estrangeiros que afluem a esta autentica "Sala de Visitas"da Figueira da Foz,eis que este órgão de comunicação de enorme referencia distrital,e tendo valorizado um eco de preocupação dos concessionários deste Mercado,fez-se representar em trabalho,por Claudia Trindade,que assim deu a conhecer as razões que "endoidecem" pessoas que em tempos de tantas dificuldades continuam e de há uns anos para cá,a ser mais do que atacados,numa tradução de discriminação  social impressionante.
Foi com agrado que,há bem pouco tempo,e numa atitude meritória por parte da Câmara Municipal,se soube do auxílio que esta protagonizou perante uma comunidade cigana,que vivia em situação complicada,oferecendo-lhes casas e empregos,mas ao invés,tudo se conjuga,e face ao tipo de gestão,na forma e no modo,para com os muitos concessionários do espaço Mercado da Figueira,que em escasso tempo poderão (alguns destes...) cair nas ruas da amargura,por lhes "roubarem" a única enxada que  têm ao seu dispor para irem sobrevivendo.


Como diz nesta reportagem,Rosa Santos,era de todo pertinente que a Câmara da Figueira,face há proposta da concretização de um novo regulamento,e isto apenas passados dois anos de já o ter feito,sem que nada aparentemente justifique tal atitude,pudesse corporizar a obrigação moral de no minimo fazer uma reunião com os concessionários,e esclarecer o que agora está  criar tumultos entre estes.
Sem dúvida,que como diz Mário Boieiro,concessionário de um Bar no interior do espaço,que não lhe parece lógico,nem justo de que depois de ter investido 40 mil euros no seu Módulo,seja agora confrontado com um regulamento que nem sequer lhe dá tempo para recuperar o investimento.
Já Custódio Cruz,que sou eu,e até parece que por força da minha desorientação mental "habitual",no tão pouco que deu a conhecer,pergunta "...como é(!)se vai a Hasta Pública...",deduzindo-se ainda assim,e por alguma dificuldade de expressão que me é reconhecida desde há muito,que devo estar preocupado com "a falta de graveto" para depois "licitar" aquilo que me pertence há mais de 30 anos.
Quanto à Flávia peixeira,22 mil euros de investimento na sua banca nos últimos tempos,carregam ainda mais na afronta que a faz estar muito apreensiva,ainda que também,e bem "ao jeito do pai natal",esteja optimista no sentido de solidariedade do executivo camarário.
Já o Vital,e a Maria Leopoldina,dois dos concessionários mais antigos do Mercado,estão preocupados e temem pelo futuro,com certeza e digo eu,pelos direito adquiridos em favor dos seus filhos.


Contactado o Dr.Carlos Monteiro,vereador do Pelouro dos Mercados da Figueira da Foz,e menos das Feiras(digo eu,só para desdramatizar...),esclareceu que,se trata apenas do cumprimento legal que saiu em 2015,e proíbe a renovação automática,ficando eu mesmo assim em dúvida,se ele estava a falar das Feiras,ou dos Mercados,e mais adiantou,que atendendo a esta situação,se tentou equilibrar, iniciando a contagem dos prazos a partir da data da publicação deste novo regulamento.
Mais confuso fiquei,porque não sei o que o Senhor Dr.quer dizer "...com o que é que se equilibrou...",embora eu já saiba que o artigo 38 tem 10 e 20...e não 7 e 14,o que é pouco para os dez...e muito menos percebo a quem se está referir,quando afirma que foram salvaguardados o mais possível,os FUNCIONÁRIOS(!!!) que estão no Mercado(!!!).


Na Figueira da Foz,hoje em dia,e até um pouco por todo o País (infelizmente...) é muito fácil tirar uma foto a um espaço comercial ou artéria com comércio,assim despida como esta no JUMBO da Figueira da Foz,ou ainda no Casino da Figueira,que numa interessante inciativa com "grumetes",acabou às moscas,e com os figurantes à porta há espera que alguém entrasse,e desse razão,a perspetivas comerciais comparáveis com Mercados onde por perto lhe passam ribeiras,bem mais carregadas num caudal populacional que nada tem a ver com o do Rio Mondego,enfim...







Mercado Engenheiro Silva,sempre e para sempre!