Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

quarta-feira, 15 de março de 2017

Este não aprendeu isto na Universidade de Bolonha...


Pierluigi Collina
Árbitro
Pierluigi Collina é um ex-árbitro italiano de futebol. Atualmente, é dirigente arbitral, inscrito na seção Associação Italiana de Árbitros de Viareggio. Wikipédia
Nascimento13 de fevereiro de 1960 (57 anos), Bolonha, Itália
Altura1,88 m
EducaçãoUniversidade de Bolonha (1984)

Os competentes marcam sempre a diferença,pois afinal seria fácil solucionar "o imbróglio",admoestava o jogador prevaricador,e colocava o jogador no minimo sob a ameaça da expulsão,o jogo poderia ficar desequilibrado numericamente, e o problema era só mesmo do causador,fácil... Ou seja,agindo o árbitro sem qualquer tipo de tolerância e risco de empreendedorismo moral,passava-se à frente,e não se semeava qualquer oportunidade de remissão momentânea.
O ser humano também se arrepende,ou melhor,até tem a oportunidade de o fazer,e só quem é inteligente emocionalmente,e corajoso na imposição pedagógica,consegue que quem está a falhar coloque "o rabo entre as pernas", e aceite continuar no "jogo da vida e do futebol",mediante as regras mais equilibradas. Digo mais,é com esta aproximação emocional que muitas vezes se ganham os melhores amigos,porque este não alinhou em colocar ninguém de fora,ainda que os apelos interessados do adversário sejam mais que muitos. Como o ser humano também tem a faculdade de reconhecer,se não for prepotente e burro ,claro está,vai de certo agradecer o tipo de liderança firme e amiga de quem como digo não o exclui à primeira. É...sei bem do que estou a falar,e sabem que mais,estou-me bem nas tintas para os pedagogos da treta,e que hoje por aí aparecem no espetáculo de lançamento de "obras escritas",pois para defenderem e excluírem a provável violência,tornam-se retilíneos na analise das emoções,e assim,nem reparam,nem dão importância ao sinal de condescendência momentânea,que resulta num equilíbrio capaz,em detrimento de uma revolta precipitada e inconsciente. 
 custcruz