Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...
"...No dia em que me silenciarem a voz,não me apagarão os gestos,no dia em que me aniquilarem os gestos,nunca farão esquecer os meus sentimentos..." CustCruz

quarta-feira, 9 de março de 2011

Pois é...o amor não tem idades...


Num jardim de verdade,
diz-se o que se sente...
Na inocência descomprometida,
nunca se mente...
É por isso que adoro crianças,
por serem puras e capazes de amar sem limites...
É por isso que com nostalgia recordo a infância,
pelo brilho cintilante de uma sinceridade sem fim...
Cada um escolhia a cor que mais gostava,
mas todos as conjugavam num só sentido...
O amor deambulava para lá e para cá,
e a poucos apanhava desprevenido...
Por isso depois da confirmação ele lhe deu a mão e abalou,
de forma espontânea e sincera com ela seguiu e caminhou...
O amor não tem idades,
porque o sentimento nunca envelhece,
no simples piscar de um olhar,
cada um pode ter o que merece...
Custódio Cruz