Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

A mentira e os mentirosos,a verdade e a justiça...



E quando a JOÃO andou à volta da igreja de vela na mão,manifestando fé perante a nossa Senhora de Fátima,que entretanto nos visitou na Igreja Matriz da nossa cidade...
Afinal,
foi tudo uma questão de um sono em entremeio,
e um outro acordar para a vida quotidiana,
e logo facilmente deixou derreter as suas convicções,
e apagar a luz que pressupostamente a guiava...



Ser mentirosa não dá com nada,
ser subserviente à mentira sugerida é oferecer os princípios ao Diabo,
renegar uma fé purificada na verdade,
é ficar só,
ou acompanhada com o sofrimento de quem a ainda assim lhe quer,
mas arrastados pela vergonha caminham a seu lado...



Quem sabe se o trajeto programado para a manifestação de fé,
se até fosse por outras artérias da cidade,
assim alongá-se a meditação,
e não motivasse a aposta na aparência,
em detrimento do brilhar da consciência...