Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Filosofando em volta do Departamento Jurídico da Câmara Municipal da Figueira da Foz,mas não só...

Perdoar?

Não é difícil para mim,mas chegam momentos na vida onde ao dom de quem acredita no bem,se precipita o dever de deixar que o tempo corra,e com as incidências de uma vida escolhida por cada um,se determine naturalmente se a maldade também ensina quem por tão convicto pensa saber muito,mas com tão pouco ou nada se depara,naquilo que escondeu dos outros e projetou só para si...
Em 2008,eu já sabia quem eram as "ovelhas ranhosas" do Mercado da Figueira,e não porque eu seja mais inteligente do que quem quer que seja,mas sim,porque a história não perdoa,e arrasta consigo todos os feitos e defeitos deste pequeno mundo,onde à semelhança do universo de vida,os desesperos transformam almas de bem,em perfeitos corsários do mal.
O que me está a acontecer,era algo que sempre admiti como o mais provável,por condicionado aos princípios de uma consciência que não se atreve a trair ninguém,ao ponto de abandonar o barco,quando tão avisado tenho sido,e que tanto teria a ganhar com esse afastamento.
Como diria o meu amigo e já falecido Pedro Simão,"...passa a bola...e foge...",e como o entendi eu,seria lembrado pelo que construí,e não ao lado de quem falhou e vai continuar a falhar...
Ainda sim,vou continuar teimoso no que sinto e me completa,tentando perdoar quem não o merece,e caminhar na esperança de um milagre que contrarie aquilo mais receio.
Quanto ao Departamento Jurídico da Câmara Municipal da Figueira,sugiro humildemente que volta,volta e meia,venha aqui ao meu blog,pois nas entrelinhas das palavras também nos exercitamos nos sentimentos,e quem sabe até sem se dar por ela se cresça valorativamente numa intelectualidade sem os mofos dos gabinetes,e o vício do diz que disse...

Custcruz