Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

terça-feira, 2 de agosto de 2016

E com uma "chicotada psicológica",a Câmara da Figueira já não lidera o projeto "do quarteirão"...






















Fazer "deduções" também é um exercício intelectual aliciante,e mais do que isso,no desconcerto da "coisa",entre o engendrar de uma história capaz,ou o encontrar de uma verdade admissível,tudo se pode jogar num campo hipotético,mas onde,e ainda assim,o senso comum há muito se revela por demais preenchido,pelo respetivo conhecimento acumulado ao longo do tempo,que só esquece a quem interessa,ou é obrigado a ignorar...
Pertinente mesmo,seria para quem é Figueirense de coração,e que por isso não se revela insensível ao que ama,ser respeitado com uma explicação sobre o envolvimento de intenções públicas,que não foi de certo por acaso,que se afastaram de um empreendimento com duas vertentes económicas distintas,e que até pelos seus meios,fez "a troca e baldroca" das faixas que publicitavam algo muito diferente das colocadas de "ontem para hoje".
Se não vejamos :


O certo mesmo,e como centro das incógnitas,está a Liderança,que afinal de contas poderá determinar muito da história futura de um "quarteirão de ouro",onde se espera que nem "um prego seja roubado",e onde a espontaneidade do sonho,o possa promover na necessidade de dar àquela zona da nossa cidade,uma dinâmica que sirva os pobres e os ricos,e não se transforme em mais uma negociata com os interesses da Figueira e dos Figueirenses,bem a leste do seu orgulho e brilho próprio.
Como o silencio tomou conta da imprensa local,no que diz respeito também a esta matéria,e como ninguém "de direito" me vai passar cartão,apenas desabafo convictamente:
A mim,ninguém me cala,nem com processos pressupostamente administrativos,mas de "cariz criminal",que mais não são do que perseguições doentias e manipuladas pelos que cada vez mais se revelam como os novos fascistas do momento,e que pensam que me inibem de ser quem sou ,e como sou...
De resto,até nem se está a falar do Mercado Engenheiro Silva,mas como somos "vizinhos" dos empreendedores,e "os pokemons  costumeiros" agora só pregam com "as cordas medidas",fica o insurreto e odiado por quase todos,atento às vizinhanças,não vão estas saltar para o lado de cá,e encher o mercado de guerrilhas calculadas,enquanto o grande projeto não se define com a luz que o haverá de iluminar de cima para baixo,e não prolongando-se até há foz.
Ou sim,quem sabe,assim houvesse bom senso,e amor à nossa 
FIGUEIRA DA FOZ...