Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

domingo, 9 de abril de 2017

Alarme no Mercado da Figueira...

Calma,
foram apenas mais duas ocorrências daquelas a que depois de 2013 se tornaram já tão caricatas quanto inadmissíveis à luz de uma logica organizativa que se impunha eficiente e ao encontro de uma obra que se renovou,mas que é "refletida lentamente",numa lógica de uma gestão que lhe pudesse arvorar o mais possível a importância que inegavelmente tem para os Figueirenses,e principalmente para quem nos visita.
Foi neste Domingo,dia 09 de Abril de 2017,que com o brilho do "Jardim da Páscoa",se movimentaram junto ao Mercado da Figueira,uma mar de gente,e assim,os espaços comerciais inseridos no Engenheiro Silva,transbordaram de clientes,o que na utilização dos espaços sanitários,deu mais uma embrulhada,com um homem a ficar confuso com as indicações das portas reservadas a homens e mulheres,e a criar casualmente um mau estar no encontro imprudente para as necessidades daquele momento.
Enfim,e pior do que isso,contornou no que é muito fácil em improducência,uma simples grade que pressupostamente limita movimentos para outros espaços do Mercado,e vai daí,colocou os alarmes de goelas abertas,lançando um pânico prontamente minorado pela rapidez da ação da Proteção Civil,e da Policia de Segurança Pública,
que correram para a zona critica,e detetaram as mesmíssimas razões com as quais já têm sido confrontados tantas vezes e ao longo destes últimos quatro anos.
Sim,é claro,eu não tenho credibilidade na notícia,porque sou muito mal educado,insurreto,e sobretudo injusto nas minhas reclamações,chamo nomes a gente de postura distinta,e agora até não me calo,mesmo ameaçado com uma multa de 800 euros,por ser mentiroso,e negar uma imagem que não é de hoje que a arquitetam,lá saberão eles porquê,e para quê...
Desculpem o desabafo,mas é difícil conter a verdade perante as evidencias que me fazem rodear de ódios,o certo mesmo,é que a Policia tomou conta da ocorrência,a proteção cansada do "vai e cem"...,mostrava-se inconformada com a falta de medidas que evitem desenlaces que não dão em nada,mas quem sabe se por cansaço,quando for preciso,e por falta de confiança no alarme,se acabe mesmo por chegar tarde...
Uma grade daquelas,as que são colocadas para vedar o espaço,não dão com nada,basta uma criança na tranquilidade da sua irreverencia,transpor o enorme vazio circundante,e o disparo sonoro é mais do que certo,e mais agora,que ainda assim e curiosamente,andam a aprumar os perímetros de segurança.
De uma vez por todas,os desenhos que estão nas portas dos sanitários,têm que ser complementados na simplicidade das letras que em Português definem,Homem,Mulher...ou Extra-Terrestre,sim...porque vale mais ter um dos espaços "ás moscas",do que incentivar misturas que um dia destes podem ser mal interpretadas,e transformar um âmbito mesmo que pouco definido,num "ringue de batatada".

Vá lá,se Man,em inglês,tem um M de mulher em Português,e se Women,tem em inglês um generalizado W de WC,sugiro que não se complique com uma solução onde a engenharia estética se perca,e assim,se faça honra àquele  "Canto Lusitano",com o cardápio que nos define e nos identifica,bem em Português,e na procura da essência que também caracteriza aquele espaço como um "Retiro do POVO"...