Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

sábado, 24 de setembro de 2016

Serás sempre tu a aconchegar-me a alma...



Tentando fugir aos murmúrios revoltados da mente,nada melhor do que tocar recantos que me isolam do que por agora não quero pensar,ainda que a espaços o meu instinto lutador prepare a resposta a quem já grita vitória,tudo tem um tempo,que nunca poderá ser aquele que calculado serviria às bestas do mundo.

Foi sempre assim,é um destino que trilho muitas vezes num enorme sofrimento,mas que em outras tantas,me deu vitórias categóricas sobre monstros que o são mesmo,mas que nada têm a ver com a dimensão que os possa projetar em memórias capazes de saírem do zero,com que depois desaparecerão da vida.


Eu faço o que quero e bem me apetece,eu dou corda aos sapatos na direção que mais me interessar,e nada nem ninguém me afastará da nuvem sonhadora que em resultado desse estado de alma,viverá vencedor,e senhor de mim próprio para todo o sempre.

Sim,a maioria não está a perceber patavina deste meu desabafo convicto,mas quem me conhece,não precisa de saber o motivo porque "fugi" para o campo de treinos do Municipal José Bento Pessoa,para me ligar também aos anseios sonhadores de jovens que com aquela camisola mais são o meu orgulho,e os "anjos que me fazem deambular", na procura de uma paz que se misture com o talento de um jogo que nunca saberei de cor e salteado,porque sempre também este me trás protagonistas que lhe dão um cunho com algo que me toca arrepiantemente na surpresa.
Vencemos por 3-2,e aqui o sofrimento foi mais doce,pois até parecia Dia de Natal,entre cinco golos concretizados,resolveu a rapaziada da Naval e do Loures,ofertar alternadamente ímpetos que jogariam contra si próprios.
O certo,é que sempre acreditei que a "estrela do jogo" haveria de brilhar para assinalar este meu regresso ao sitio onde agora gosto mais de estar.
E assim foi,a "maltinha" do Mister Marinho Serpa,com um Golãooo
na altura certa,assim com eu já disse que gosto,somou mais 3 pontos,e lá vai "voando nas asas do tempo",e em direção a um firmamento,que dará de certo ao futebol muitos "artistas" na verdadeira acepção da palavra.
Olhe,Ana Maria Pinto da Costa,eu estava ali,e se lhe estraguei a fotografia,desculpe lá ...ok?
Estou na brinca,então até um dia destes...

Custcruz