Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

domingo, 9 de outubro de 2016

Tudo o que for Figueira,me iluminará no arrepio da gratidão e do reconhecimento...

Tem pessoas que por aí andam,que têm enormes histórias de vida,mas que as escondem em si próprios,e tudo porque são mesmo estes seres de eleição,que não fazem grande questão de o ser,e nem se cativam pelos holofotes da fama,naquilo que para eles é tão 
normal num desígnio de vida,por alicerçado
numa pirâmide de valores,onde a Família lançou as sementes,e o rigor dos seus passos fez brilhar "uma estrela" que só a vê quem da sensibilidade e da humildade for dependente,ou ainda assim,tem a perfeita noção de que escolhas são escolhas,mas os ditos valores são intocáveis à luz das presenças distintas no nosso mundo. 
Será decerto discutível esta visão que me acresce no entendimento sobre António Jorge Lé,pois se se expõe no brilhante currículo que percorreu enquanto estudante,jornalista e zeloso e perspicaz funcionário do Casino da Figueira,em muito me apetece arriscar,que por si próprio não seria imperioso elevar os calcanhares mesmo que em segunda fila fosse,quanto mais "numa frente",onde depois de tantos anos a caminhar sob a admiração de quem com ele se cruzou,nunca a perspetivava,a não ser por impulso de alguma alma que entre o que é,ou consegue ser,se decidiu em não deixar morrer no silêncio de uma leve escuridão,aquilo que se pôde ignorar muito pela vontade de quem assim o quis que fosse,mas injusto seria deixar perpetuar como epilogo marcante. 
Falar de António Jorge Lé,é falar da nossa terra,é reconhecer para além dos seus atributos profissionais,aquilo que ele representa enquanto exemplo de alguém que a tem servido com amor e paixão,que sabe o que diz,e não esconde o que sente,embora nem sempre faça uso do contraditório verbal,já aqui dificilmente esconde o resultado das suas emoções.
Enfim,tudo fruto dos tais silêncios esclarecedores,que são leves na escuridão,e por isso se chegam à frente de quem quer que seja,e que se podem aceitar se quiser,na certeza porém,de que não haverá oposição num arrastado contraditório,mas um enorme respeito na escolha que a determine.
No Casino da Figueira,no Jornal "O Figueirense",nas correspondências nacionais,no cruzamento em cada esquina,António Jorge Lé,é e será sempre uma referencia que dignifica o que é ser da Figueira da Foz.
Pois,no cruzamento a cada esquina,sim,porque deste Senhor,muito pouco conheço "de perto",e se alguma coisa acerto nos alicerces que erguem a minha admiração por ele,é visto "ao longe",e convenço-me mesmo, que não estou de todo errado.
Quem sabe se no "jogo pelo jogo" das emoções,a minha opinião seja um Jackpot... 

«Fortuna ou Azar – Dupla Improvável» é o título de um novo livro sobre o jogo de fortuna ou azar, que faz pleno destaque aos casinos nacionais, “com alguma incursão noutros pontos do mundo”, que será apresentado hoje, dia 6 de outubro, às 18h30, no Casino Figueira.
Os autores, José Pereira de Deus e António Jorge Lé, contam na apresentação da obra com investigadores e especialistas na área, como Irene Vaquinhas (professora da Faculdade de Letras e investigadora do Centro de História da Sociedade e da Cultura da Universidade de Coimbra), António Alegria (ex inspetor-geral de Jogos e assessor na área de jogo), Carlos Costa (antigo director-geral do Casino de Lisboa e gestor das áreas turística e hoteleira) e Claudino Ferreira (professor da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e investigador do CES).
Refira-se que esta obra, numa altura em que o jogo online cresce em dimensão, aborda o percurso no tempo dos casinos físicos em Portugal, a sua história e o que estes contribuíram para o desenvolvimento das regiões onde estão implantados.
Os autores:
José Pereira de Deus
Mestre em Gestão e Turismo pela Universidade de Aveiro, José Eduardo Pronto Pereira de Deus é advogado. Licenciou-se em Direito pela Universidade Clássica de Lisboa, concluindo depois uma pós-graduação em Direito da Comunicação, pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
É inspector de Jogos, tendo exercido a sua profissão em diversos casinos nacionais. Co-autor do primeiro livro sobre «O Jogo em Portugal».
António Jorge Lé
Director artístico do Casino Figueira, António Jorge Rocha Lé possui o curso de Conservatório de Música, é licenciado em Direito, mestre em Letras (variante da Comunicação) pela Universidade de Coimbra, e doutorando em Estudos Artísticos/História Contemporânea.
Desenvolveu vária actividade jornalística, trabalhando para diversos jornais regionais e nacionais. Foi mais de 20 anos jornalista/correspondente da Rádio Renascença.
Autor de várias publicações, é co-autor do livro «O Jogo em Portugal».