Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Desde que foi renovado, 
em 2012, o mercado municipal de Cascais criou 84 novos postos de trabalho...


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Mercados municipais 

ganham nova vida


Os espaços-fantasmas despojados de clientes e de comerciantes começam a ser substituídos por projetos renovados, onde até há lista de espera para conseguir uma banca

Substituídos pelas grandes superfícies e relegados para segundo plano durante décadas, os mercados municipais têm vindo nos últimos três anos a ressurgir das cinzas, multiplicando-se um pouco por todo o país os projetos de recuperação de espaços.
As autarquias começam a perceber o potencial de rentabilidade gerado por este património bem localizado nos centros das cidades e a sua capacidade de revitalização do tecido urbano e da envolvente imobiliária.
Uma mudança de atitude que é aplaudida pelos comerciantes do sector, que esperam, ainda assim, um empenho maior por parte das entidades competentes.
“Queremos colocar os mercados para cima novamente. Estamos fartos de ser o parente mais pobre do comércio”, diz Luísa Carvalho, presidente da Associação dos Comerciantes nos Mercados de Lisboa.
In Jornal Expresso