Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Uma só atitude para um só destino...



A Figueira existe num todo,onde os seus filhos foram e serão sempre o orgulho de uma raiz identificativa daquilo que somos,daquilo a que pertencemos,de tudo o que unidos possamos conquistar para a elevar aos píncaros da lua.

Uns com menos,outros com mais,mas todos com o mesmo amor a cada canto que se conjugue e preencha na lealdade a uma história que nos desenhe uma sucessão de honra,e onde os interesses não se confundam com os de quem nada conhece,nem nada sente do fervor único de se ser verdadeiramente Figueirense.

As rivalidades devem ser a saúde das coletividades do nosso Concelho,o bom senso deve ser a aproximação a uma realidade espelhada em cada clube,que na hora reivindicativa,também não pode deixar de ser igual no trato.

Custcruz