Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

domingo, 3 de janeiro de 2010

Às vezes com pequenos gestos...podemos evitar grandes guerras...


Sou um homem de paz...

E por isso não vou deixar de filosofar...

Mas ao longo da minha vida foi o meu "próprio semelhante" que me impôs "lições de gestão de conflitualidade extrema" ,para que essa paz possa ser preservada para o meu bem e também daqueles que gostam de viver no respeito pelo próximo e em solidariedade comum...

As guerras são seguramente o pior caminho que o ser humano deve trilhar como solução para os seus problemas,mas como em tudo na vida há momentos em que a "passividade do coração" pode trair a realidade dos factos, e os "mais tolerantes" sendo sempre "o objecto" de mais valia...são também os" mais frágeis " e sempre aqueles que levam por tabela...

Bem sei que irei provocar "sorrisos cínicos" em "alguns" que me irão ler ou eventualmente ter conhecimento deste meu texto,no entanto se fosse eu no lugar "deles"... não o faria...

Dirão para os seus botões ou nas suas "conjecturas mafiosas":

Quem pensa que é este "vendedor de pantufas do mercado" para se atravessar à nossa frente?...

Que moral tem este "gajo" a quem todos os nomes do dicionário português e estrangeiro já chamaram?...

Que GANDA MALUCO!!!... dirão outros....

Mas acreditem...estou de perfeita saúde mental... e por agora creio mesmo que "pequenos gestos e atitudes" serão preventivos para evitar "grandes guerras"...

Mas se preciso for defender a minha dignidade e paz de espírito,mais não faço do que aquilo que a própria sociedade me impôs e ensinou...

É verdade que não posso(!!!...)por exemplo cair numa cama do hospital distrital da figueira da foz(área da minha residência...),isto claro... porque será sinal de que não estou bem de saúde...e assim será mais difícil "defender-me" e "atacar" quem é indigno e limitativo da liberdade dos outros...

É verdade que nem tenho que "encucar" com a mera casualidade de que ao falecimento da minha mãe e do meu pai... não terá sido o destino que os "premiou" numericamente no cemitério oriental desta cidade, ou seja com numero 28, casualmente também o numero de há muito da Rua da residência da nossa família...

Não acredito que no início do processo de doença da minha mãe...tivesse sido de obra maliciosa a perda do processo médico nas urgências do hospital da figueira... e por isso lhe tivessem dado alta ao outro dia de manhã...quando de facto ela tinha a doença já em adiantado estado de perigosidade existencial...e que lhe acabou por ceifar a vida....
Em abono da verdade sustento essa falta de significado na evolução da doença, uma vez que foi mesmo a minha mãe que não quis fazer quimioterapia nem ser "logo" operada ,o que não ajudou a um possível tratamento mesmo que para uma doença tão complicada...
E que quando voltou a uma consulta algum tempo depois (e na minha companhia...) qual não foi o meu espanto quando a médica não tinha qualquer registo dela no computador geral,sendo eu a explicar-lhe o que se tinha passado e a Dra a partir dali tivesse registado um inicio de processo ,quando foi ela mesma que atendeu a minha mãe no tal dia e nas urgências hospitalares(no meio de um dia de muita confusão também é verdade...)...e por isso de certo a razão desse eventual desfasamento negligente seja ele de natureza humana ou tecnológica...

Nem vou dar muita importância a uma confidência do meu pai (de feitio muito teimoso..), onde me disse que "expressou receios" ao seu médico cardiologista de que um medicamento denominado "CRESTOR"lhe estava a fazer mal à bexiga ....e por isso depois foi avisado por esse mesmo médico que há muito o conhecia ( e contra o qual e muito bem o advertia pela sua teimosa autonomia de vontades...)...que nem devia pensar nisso!!!...pois esse medicamento é que lhe sustentava a vida...

Quando foi à sua médica de família perguntei-lhe se lhe tinha exposto essa situação,ao qual ele me respondeu decerto não sendo nada rigoroso na verdade... pela tal teimosia de convicções e da própria idade ... e porque acreditava mesmo que o dito medicamento lhe fazia mal...
Disse-me que a Dra o tinha "desencorajado" na toma... isto claro depois de "exames objectivos"na minha posse onde segundo "ela" o colesterol estava regular... e não se justificava a continuidade da administração deste medicamento...

Muitas casualidades houveram e haverão de existir na vida de cada um,e acreditem estou lúcido e perfeitamente consciente de que pior do que a possível negligência ou erro humano, são as atitudes e acções"daquelas figurinhas" que se aproveitam dessas casualidades para lançarem "guerras" e instabilidade na alma de cada um, como forma de inibição do espírito afirmativo...

Pois bem...sei que estão de boca aberta com esta minha "postagem", mas desde já vos digo que já entreguei cópias em locais próprios e adequados onde "ela" poderá ser mais esclarecida na forma tranquilizante e preventiva, de que no futuro os tais humanos desprovidos de sentimentos não brinquem com coisas sérias...

E sabem porquê?

Porque eu não o vou permitir...