Ser livre...e feliz...como sempre fui...

Criei este blog para soltar as minhas emoções...as minhas palavras...os meus
sentimentos aos quatro cantos da vida...
Quero voar nas asas do tempo...baloiçando numa doce brisa de vento...
Quero reagir nas minhas revoltas...como num estrondo estonteante de uma
tempestade ou terramoto...
Quero vaguear livre e solto sem me importar com o que os outros pensam de
mim...
Quero continuar como sempre a ser livre..e feliz como sempre fui...

CNC


Aprender com a nossa "sombra"... e fixar os olhos em "outras"...

Afinal a vida foi... é... e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projectos nunca acabem e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser... e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que..."reflectir e concluir" são actos que não podem estar "confinados" apenas ao reflexo daquilo que "exprimentamos sozinhos" ou obsecadamente "vemos nos outros",caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilibrio identificativo da nossa própria vontade...

Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram "momentos só nossos"... e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo...é procurar "limar" com "valores acrescentados" os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos...

E ou estamos bem atentos...ou então ficamos apenas por nossa conta...
E isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus"me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho...com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais...mas entendendo que a partir de uma "base exprimentada" também podemos ramificar genuínamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez...e tirar "originalidade a um ser"... é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um...
E isso eu penso que não é justo...



Custódio Cruz

Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

Pedro Cruz "voando" nas asas do talento...





A primeira...e tenho a certeza de muitas exposições de fotografia da autoria de Pedro Cruz...
Esta em Buarcos...no Núcleo Museológico do Mar...
"Recortes da Aldeia..."

Experimentei uma primeira abordagem...na "presença de muitos" que para mim são do melhor que existe na nossa terra...gente sensível e distinta que não regateia nunca o prestar tributo a algo que ilumine os valores naturais da nossa figueira...

Faltaram as vedetas?...não...de certo irão mais tarde...e eu que estou com uma "vida muito complicada" não tinha mesmo muito mais tempo...para esperar por eles...
OK... confesso...também não tinha prazer nenhum em com "eles"... me cruzar...
Deliciei os meus sentidos mesmo que no meio do "burburinho natural" de uma inauguração...
O talento e a sensibilidade lá estavam de mãos dadas e orgulhosas de pertencerem a um jovem que vira "o mundo de pernas para o ar"...
A um tal Pedro... que vê beleza e encantos a uma "árvore despida", ou como num "ser humano que jovem é ...e velho acaba por ficar... "mas que se quisermos olhar com olhos de gente...nenhuma ruga ofusca as memórias de um passado brilhante e audaz...onde as "vitórias de vida" acabam naquele sorriso tão belo e cativante... como o da avó do pedrito...que muito orgulhosa estará do seu menino...
Não há "nuvem negra" que sustenha os raios de sol...que iluminam o talento,a arte,a sensibilidade,a perspicácia,a irreverência e ao mesmo tempo... o amadurecimento...na destreza adaptativa a tudo o que lhe aparece nos olhos...sem depreciar ou subalternizar nenhum elemento da vida...
A arte...não se programa...pura e simplesmente acontece...
Agora?...
Bem...agora só me falta voltar ao "local do crime"...sozinho... e com pouco barulho à mistura...
Pois aí sim...vou "tentar" experimentar "do tal silêncio"... com que o Pedro se cruzou para executar aquelas hipnotizantes fotos...
Sim..sim..até o Pedro fora dali...
E aí...aí sim... vou compreender melhor...e fazer uma aproximação à realidade de "algo"que até dá liberdade de criar cenários diferentes na nossa mente...
Mas no fundo cenários de vida...como ela é...e no rigor da mensagem que o Pedro Cruz coloca em tudo aquilo que faz...
Feito de verdade,de simplicidade e de realismo natural...
Pois...o realismo nunca é artificial...
Digo eu...
Parabéns Mantorras...
CNC