Afinal a vida foi,é...e será sempre um desafio na sequência sólida de percorrer caminhos que se ajustem à reflexão equilibrada e tolerante, onde os projetos nunca acabem, e se definam cada vez mais naquilo que queremos ser, e não no que os outros querem que nós sejamos...
Perceber que refletir e concluir são atos que não podem estar confinados apenas ao reflexo daquilo que experimentamos sozinhos, ou obcecadamente vemos nos outros,caindo assim na tentação de criar verdades absolutas agarradas a pressupostos com falta de equilíbrio identificativo da nossa própria vontade...
Não podemos nem devemos querer para os outros aquilo que foram momentos nossos,e ajustados apenas e só para nós próprios...
Fazer crescer é educar e tentar ser amigo,é procurar limar com valores acrescentados os passos próprios de uma imaturidade pela qual quando jovens naturalmente passamos,e ou se está bem atento,ou então ficamos apenas por nossa conta,e isso pode ser muito perigoso...
Sinto sinceramente que os "meus" me olham com a admiração de quem foi livre de escolher o seu próprio caminho,com responsabilidade e dispensando cópias comportamentais,mas entendendo que a partir de uma "base experimentada" também podemos ramificar genuinamente o nosso próprio"eu"...
Só se vive uma vez,e tirar originalidade a um ser,é limitar as emoções que estavam reservadas para cada um,e isso eu penso que não é justo...

Custódio Cruz

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

Aprender com a nossa sombra,e fixar os olhos em outras...

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

À beira do "estrondo"...mas só vai ser quando eu quiser,e como eu quiser...


Escusam de andar a tirar fotos no Mercado da Figueira para me lançarem fogo,de continuar com provocações para me manipular o instinto,de continuar a mentir para preparar o terreno,de me chamarem nomes ao telemóvel sentados em "cadeirões de poder",ou fazer jogo duplo na "Justiça de Vida"...
A vida tem leis naturais,
e saber controlar os tais instintos,é equilibrar atitudes,ainda que quando se "estica a corda em demasia",sempre se corra o risco do extremismo tomar conta da história.
Eu nem o sonho,
e só mesmo se me afronta em pesadelos noturnos,
e conscientemente,
tudo farei para usar a necessária sensatez,tranquilidade,e a máxima vontade em levar por diante a filosofia que tracei na defesa deste espaço,desde há muito...
E até que algumas "explosões" se precipitem,
vou tentar até aos limites fazer crer que tudo é possível para que as pessoas e sobretudo os verdadeiros figueirenses se entendam,elevando um projeto que pode ser bom para o Bairro Novo,
mas que não pode deixar de fora quem não se gosta,ou nem por perto se quer,
mesmo que estes depois fiquem sem nada, 
e confrontados com a miséria.

Estamos em tempos
onde se diz que "as bombas" vão entrar de novo no palco das disputas materiais,
e quem "quer guerra",
de certo,
e sendo assim,
 também a poderá ter com facilidade... 
É pena,
que isto já lá não vá com fados e guitarradas,
pois aí,
qualquer um era imune no trilho a que todos nos levaria a um final sem grandes imprevistos...
Mudam-se os tempos,mudam-se as vontades,
já dizia o outro...
Apertam-se os cercos,estoiram as costuras,
digo-o eu...
E é melhor não...
Nesta altura do campeonato,
já ninguém "joga nas costas de ninguém",
por isso,
é melhor arranjar-se uma mesa,
e procurar entendimentos "cara a cara"...

Custcruz